Te Deum
O "Te Deum" é um Hino Litúrgico católico de louvor e amor a Deus, em prosa rítmica, o qual é aberto com as palavras "Te Deum, Laudamus", "Oh, Deus Te louvamos". Foi escrito antes do ano 502 D.C
Além do seu uso no Ofício Divino, o "Te Deum" é ocasionalmente cantado em ação de graças a Deus por alguma graça especial, como a eleição de um Papa, a consagração de um Bispo, a canonização de um Santo, uma profissão religiosa, a publicação de um tratado de paz, uma coroação real, e também usualmente depois da Missa ou Ofício Divino.
Te Deum laudamus
Te dominum confite mur
Deus infinito nós te louvamos
E nos submetemos ao teu poder
As criaturas no seu mistério mostram
A grandeza de quem lhes deu o ser
Todos os povos sonham
E vivem nesta esperança
De encontrar a paz
Suas histórias todas apontam
Para o mesmo rumo, onde Tu estás
Santo, santo, santo
Santo, santo, santo
Todo poderoso
É o nosso Deus
Senhor Jesus Cristo, nós te louvamos
E te agradecemos teu imenso amor
Teu nascimento, teu sofrimento
Trouxe vida nova, onde existe a dor
Nós te adoramos e acreditamos
Que és o Filho Santo do nosso Criador
E professamos tua verdade
Que na humanidade plantou tamanho amor
Deus infinito, teu Santo Espírito
Renova o mundo sem jamais cessar
Nossa esperança, nossos projetos
Só se realizam quando Ele falar
Todo poderoso, somos o teu povo
Que na esperança vive a caminhar
Dá que sejamos teu povo santo
Que fará do mundo teu trono e teu altar
Nosso Nascimento
Fundado em 2004, através de reuniões simples na residência de Anesia Maria Esteves, então Coordenadora da RCC de Itabatã/Ba. Ali reuniram-se jovens crismandos e crismados para aprender a cantar e tocar violão. As Monitoras, Anesia Maria Esteves, Ir. Geslaine Barbosa e Edcarla Kretli Neves. Hoje, de Anesia (Em Memória) a saudade (muita saudade...), da Ir. Geslaine o apoio, de mim o amor por Jesus.
Em meio a risos, desafinação e desejo de aprender, motivados pela alegria e despojamento da Anesia, os pequenos vasos de barro foram sendo modelados. Sob a Água do Espírito foram se tornando moldáveis e aceitando o Toque do Oleiro.
Em meio ao processo de aprendizado, muitas curas, muitas Graças, muitas “amorosas broncas”, muitas caminhadas para obras de Caridade (que apagam uma multidão de pecados...) muita Fé, muita oração, muitas alegrias, muitas tristezas, muitas perdas, muitas lágrimas, crescimento, amizade...
Homenagem
À nossa amiga, mestra e mãe espiritual, Anésia Maria Esteves:
“Só se tem saudade do que é bom! Se chorei de saudade não foi por fraqueza, foi porque eu amei...”
Se os “grandes” da terra a tivessem conhecido, ficariam desconsertados pela simplicidade que encontrariam. Seu grande Don era o acolhimento. Acolhia, especialmente os jovens que ninguém queria. Tinha um espírito missionário entranhado em sua vida. Seu coração ardia por Evangelizar o maior bairro do nosso Distrito, seu coração ardia por tornar Jesus Cristo conhecido e amado. O sorriso em seu rosto não se desfazia. A alegria contagiante era a companheira de suas caminhadas.
Já quase no final de sua carreira cristã, acolheu em sua casa uma família desconhecida, um casal e um filho. Sabe-se lá se não era a Sagrada Família de Nazaré!... Não perdia a oportunidade de exercitar a Caridade. Alguns anos mais tarde, tendo cumprido sua Missão, ela ouviu de Jesus: “Tuas fadigas estão terminadas...” e a Sagrada Família a acolheu em sua casa. O Divino Amado a chamou para junto de Si. Nós choramos juntos de dor, de saudade, mas também cantamos “nem as torrentes das grandes águas conseguirão apagar este amor...”.
“Anésia Maria Esteves faleceu no dia 01 de maio de 2007 (dia que comemoramos a festa de São Jose Operário), vítima de fibrose pulmonar, com apenas 3% dos seus pulmões funcionando (sua morte nos recorda a morte de Santa Teresinha do Menino Jesus). Sua lembrança ficará para sempre guardada em nossos corações e um dia, no Céu, escolheremos canções pra cantar pro Senhor.
by Edicarla Kretli