Algumas vezes somos tentados a cantar ou tocar apenas as músicas que gostamos, no entanto, nem sempre é o correto agir assim.
Eu por exemplo, quando comecei na igreja não gostava de tocar de jeito nenhum as músicas da Campanha da Fraternidade. Quando chegava nessa época o padre sempre nos cobrava e eu esquivava, colocando outras músicas. (obediência nada….) Com o tempo fiquei obediente.
Bom, outra situação comum: “ah, se for pra tocar essa música eu não quero… só toco se for tal música…”
Queridos… a música precisa atingir os corações, e particularmente penso que deve atingir o nosso primeiro quando estamos nessa fase.
Nem que seja por pura obediência, mas devemos exercer o nosso ministério na fidelidade.
Há dias em que realmente não gostaríamos de tocar uma determinada música, mas somos portadores de uma mensagem. E que deve ser levada, pois embora o nosso coração esteja fechado, muitos serão tocados por aquela música. Sim, aquela música de novo!
Eu mesmo, conheço um irmão que me disse que no grupo de oração dele sempre tocam as mesmas músicas de Espírito Santo, de louvor, etc… sempre as mesmas!
Temos toda a liberdade do mundo de conversar com o coordenador do ministério, com os integrantes e até com o padre em relação ao repertório, mas quando já estivermos com as músicas em mãos não podemos reclamar… vamos em frente, exercendo nosso ministério e colocando amor em nossas atitudes, pois a música também chega diferente ao coração das pessoas quando colocamos amor e entrega.
Quantas vezes já pensei: “poxa, de novo tocar Restauração (do Dunga)…. de novo tocar “Louvado seja o meu Senhor”… mas só Deus sabe o quanto de almas são resgatadas quando tocamos…. aqui não é o nosso EU que deve estar à frente, mas a vontade do Senhor, por isso mãos à obra.
É comum ainda dizermos “estou enjoado daquela música”.
Veja bem, somos humanos e se sobrecarregados de cantarmos sempre a mesma música, em todo o grupo de oração, em toda a missa, é possível SIM que fiquemos enjoados. No entanto, além de ter a liberdade de selecionar novas canções, também podemos tentar executá-la de modo diferente. Quem sabe se em um novo ritmo você não se aproxime dela novamente?
Com isso, não quero que me interpretem mal, pois não estou “quebrando” nenhuma regra, não estou desrespeitando o autor da música. Também não é plágio… mas trata-se de uma forma de tentar se aproximar daquela música que um dia tocou tanto o seu coração. Como disse acima, somos humanos… e quem nunca ficou enjoado de alguma música? Seja de tanto ouvirmos, cantarmos ou tocá-la…
Talvez alguns não concordem com minha opinião, mas é o que faço, pois tantas músicas que nasceram do coração de Deus não podem ser perdidas com o tempo…
Por fim, precisamos sempre pedir a Deus a graça de mais uma vez essa música fazer em nós novas todas as coisas.
Deus abençoe!
Eu por exemplo, quando comecei na igreja não gostava de tocar de jeito nenhum as músicas da Campanha da Fraternidade. Quando chegava nessa época o padre sempre nos cobrava e eu esquivava, colocando outras músicas. (obediência nada….) Com o tempo fiquei obediente.
Bom, outra situação comum: “ah, se for pra tocar essa música eu não quero… só toco se for tal música…”
Queridos… a música precisa atingir os corações, e particularmente penso que deve atingir o nosso primeiro quando estamos nessa fase.
Nem que seja por pura obediência, mas devemos exercer o nosso ministério na fidelidade.
Há dias em que realmente não gostaríamos de tocar uma determinada música, mas somos portadores de uma mensagem. E que deve ser levada, pois embora o nosso coração esteja fechado, muitos serão tocados por aquela música. Sim, aquela música de novo!
Eu mesmo, conheço um irmão que me disse que no grupo de oração dele sempre tocam as mesmas músicas de Espírito Santo, de louvor, etc… sempre as mesmas!
Temos toda a liberdade do mundo de conversar com o coordenador do ministério, com os integrantes e até com o padre em relação ao repertório, mas quando já estivermos com as músicas em mãos não podemos reclamar… vamos em frente, exercendo nosso ministério e colocando amor em nossas atitudes, pois a música também chega diferente ao coração das pessoas quando colocamos amor e entrega.
Quantas vezes já pensei: “poxa, de novo tocar Restauração (do Dunga)…. de novo tocar “Louvado seja o meu Senhor”… mas só Deus sabe o quanto de almas são resgatadas quando tocamos…. aqui não é o nosso EU que deve estar à frente, mas a vontade do Senhor, por isso mãos à obra.
É comum ainda dizermos “estou enjoado daquela música”.
Veja bem, somos humanos e se sobrecarregados de cantarmos sempre a mesma música, em todo o grupo de oração, em toda a missa, é possível SIM que fiquemos enjoados. No entanto, além de ter a liberdade de selecionar novas canções, também podemos tentar executá-la de modo diferente. Quem sabe se em um novo ritmo você não se aproxime dela novamente?
Com isso, não quero que me interpretem mal, pois não estou “quebrando” nenhuma regra, não estou desrespeitando o autor da música. Também não é plágio… mas trata-se de uma forma de tentar se aproximar daquela música que um dia tocou tanto o seu coração. Como disse acima, somos humanos… e quem nunca ficou enjoado de alguma música? Seja de tanto ouvirmos, cantarmos ou tocá-la…
Talvez alguns não concordem com minha opinião, mas é o que faço, pois tantas músicas que nasceram do coração de Deus não podem ser perdidas com o tempo…
Por fim, precisamos sempre pedir a Deus a graça de mais uma vez essa música fazer em nós novas todas as coisas.
Deus abençoe!
FONTE: Oficina da Musica Católica