terça-feira, 30 de agosto de 2011

A serviço da Igreja

A música é um grande mistério capaz de realizar a união entre o sonho e a realidade, a razão e a emoção. É capaz de tocar as áreas mais profundas do coração do homem, enfim, ela é certamente, obra das mãos de alguém cheio de amor que pensa nas mínimos detalhes acerca dos alvos do seu amor, o homem.

O ministério de música tem a responsabilidade de resgatar a música de todas as distorções e do mau uso que fazem dela. O papel do ministro de música é de levar as pessoas a abrirem o coração ao louvor e a oração por meio da melodia e dos cânticos. Ministrar música é, sobretudo, ministrar o louvor ao Senhor. E como este é um ministério de louvor, os seus membros precisam ser cheios da unção de Deus, carregados da mensagem de amor que Deus tem para o homem, da mensagem do Pai para os seus filhos. Além disso, o ministro de música precisa também levar as pessoas a descobrirem o que há no mais recôndito dos seus corações, e fazê-los transbordar com seus corpos e suas vozes, um agradável louvor ao Senhor e uma explosão de verdadeiro e fraterno amor para com os irmãos. É preciso utilizar todos os recursos que a música possui para alegrar o coração de Deus e dos homens. Quando bem trabalhada e usada em todas as suas potencialidades, a música transforma o coração do homem, por isso é papel do ministro de música, descobrir uma forma de extrair dela o máximo de sua beleza e riqueza, a fim de encontrar e converter aqueles que, até então, só tinham ouvido algo vazio, sem mensagem de vida eterna.

A música, dentro da nova evangelização, é um meio eficaz para levar o amor de Deus aos corações sofridos, desanimados, cansados, perdidos e resgatá-los para Ele. O ministro de música tem como missão primordial evangelizar e a sua postura deve ser a de alguém que está continuamente em sintonia com o criador, para que a música misnistrada por ele, quer seja por meio da sua voz ou pela execução de seu instrumento, cumpra o objetivo de alegrar, de enternecer, de fazer voltar o coração do homem para Deus, para as coisas verdadeiras. Precisa ser plenamente consciente de que é apenas um pequeno instrumento nas mãos de Deus, de que é um servo de Deus, de que tem um chamado de Deus, de que possui um dom dado por Deus e que este dom não é seu e sim Daquele que por misericórdia lho deu. E o deu para que o servisse, para que levasse o seu amor aos homens, para que levasse a verdade aos homens e a verdade os liberte. Os homens têm sede de Deus e estão cansados de ouvir músicas que não acrescentam nada a eles, pelo contrário, tiram deles, tiram a sua dignidade, a sua pureza, a sua castidade, a vivência do amor verdadeiro, o respeito devido ao outro, que tiram deles a consciência necessária para ser feliz e fazer os outros felizes. Os homens não necessitam de mais uma música bela, mas de músicas cheias da unção de Deus, cheias de testemunho vivo do amor de Deus pelo seu povo. Músicas que façam a diferença, que os ajudem a buscar uma vida nova, que sejam profecias de Deus, que os curem, que os libertem de todo o mal, que os ajudem a buscar a verdade pessoal e não a mentira, a fantasia, a ilusão, que os aprisionam e denigrem a sua verdadeira imagem que é a de Jesus Cristo, que sejam capazes de elevar os fracos, de aliviar a dor que muitos carregam em seus corações.


O ministro de música deve ser alguém que carregue em si uma forte experiência com Deus, porque possui a grande responsabilidade de ser canal para que a graça de Deus seja derramada em profusão na vida de seus filhos, ser canal da água viva que regará a vida de seus filhos, que dará vida verdadeira e em abundância à vida medíocre, mundana, sofrida de seus filhos.


O ministro de música precisa colocar totalmente à disposição de Deus este dom, precisa colocar nas mãos de Deus a sua voz, o seu instrumento, os seus acordes, porque não é chamado a utilizar a música como passatempo, para fazer um "show", para aparecer ou ser elogiado, mas para cumprir a vontade de Deus, para servir a Deus, para que Deus seja glorificado e amado, para ajudar a colocar o coração dos homens em sintonia com o de Deus. Quem deve aparecer é Deus e a sua verdade. A sua música deve ser ou deseja que seja uma profecia da própria vida, deve haver uma unidade entre aquilo que ele canta e aquilo que ele vive ou que ele deseja viver. Somente assim será terra boa onde o Espírito Santo poderá produzir os seus frutos.


Existe um aspecto muito importante que não pode ser esquecido pelo ministro de música, que é a maneira como deve apresentar-se. Suas roupas devem sóbrias. Roupas coloridas demais, saias curtas, blusas e calças justas não são devidas. Também deve ter o cuidado com a forma que canta e dança, para não expressar sensualidade e descaso.


Além de todos estes aspectos existe um que é o mais importante de todos: estar aos pés do Mestre. O ministro de música precisa ser uma pessoa de oração, de adoração, de estudo bíblico, de busca freqüente aos sacramentos da eucaristia e reconciliação, ter amor e devoção a Maria, fazer parte de um grupo de oração ou comunidade.


Peçamos ao Senhor a graça de ser como Davi, cheio da sua unção, capaz de expulsar todo o mal e acalmar os corações aflitos através do ministério de música. Bendito seja Deus para sempre!
by Comunidade Shalom

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Congresso Diocesano para Músicos em Teixeira de Freitas/BA

Este final de semana descansamos, uns poucos músicos da Diocese, nos braços do Senhor. E nós de Itabatã (Rubens, Gracilene, Loislenne e eu) recebemos um grande presente, dormimos literalmente em presença de Jesus Eucarístico. Detalhe interessante: só nós e Jesus numa sala.

No Congresso, experimentamos, aprendemos, choramos, desabafamos, crescemos... Eu particularmente, crescí na Fé. Crescí na certeza de que Deus faz conforme Ele quer.

Aprendí, entre muitos outros aprendizados, que é muito fácil confundir humildade com falta de Fé. Exemplo: não acreditei que o Te Deum tivesse técnica suficiente para participar do Festival para músicos. Humildade? Cheguei à conclusão de que neste caso não. E sim faltou em mim foi ter Fé de que, podemos não ter técnica suficiente, mas temos um Deus que é Senhor de tudo, inclusive dos critérios de avaliação utilizados em um Festival Cristão. A música que venceu foi apresentada com muita simplicidade, por pessoas que mais têm "cara" de Grupo de Oração. Glória a Deus!! Particularmente penso que a música do Leo é mais bonita e mais apropriada, mas vejo que Deus quís nos ensinar com isso. Deus me ensinou muito com isso.

Deus derramou muito talento sobre nós do Te Deum, mas nós nos acomodamos e multiplicamos pouco... Estamos parados no tempo. Eu parei no tempo. Em que sentido? Luciane falou de sermos músicos e musicistas onde nós estivermos, falou da experiência dela cuidando do irmão que morreu com câncer, falou da experiência dela trocando as fraldas de um irmão aidético no hospital, quando ela acompanhava seu irmão em fase terminal de câncer... E nós? o que temos para falar de experiências de amor aos irmãos? Quando nos reunimos fora do Grupo de Oração falamos de que? onde temos ido? o que temos feito? Para que temos usado nossa boca? quando pergunto essas coisas, ou quando falo de vivências que não edificam, não pensem que estou me excluíndo. As perguntas são para mim primeiro. Tenho lutado para renunciar às coisas que não edificam, quando as denuncio, me sinto mais responsável por renunciar a essas coisas. E denuncio na intenção de apontar aos irmãos os perigos para a alma. Irmãos, Deus sabe o que há no mais profundo de cada um de nós... Não importa as impressões que a aparência pode causar. Deus sabe das minhas intenções.

A Palavra de Deus diz "Faça ao outro o que gostaria que fosse feito com você". Talvez se alguém tivesse me corrigido fraternalmente na minha juventude, eu não tivesse cometido os erros que cometí. É por isso que faço o papel de chata e de "tira paz"... E muitas vezes a verdade que falamos com um irmão ou irmã, é usada por Deus para impedir que esta pessoa caia, ou para fazer com que a pessoa saia do estacionamento, da "zona de conforto" e assim a pessoa poderá perceber que Deus tem desejado usar dela para salvar almas de inúmeras outras formas.

By Edcarla





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Porque sorrir?

Como é belo apreciar um sorriso, pode ser de uma criança, de um jovem ou mesmo de um velhinho, não importa! Sorrir sempre traduz uma beleza, harmonia, paz. O sorriso é algo que atrai, parece até imprimir a certeza de que aquele que esta sorrindo encontrou a fórmula da felicidade.

Sinônimo de plenitude, o sorriso é objeto de estudos de muitos e utilizadíssimo como terapia, visto que uma grande parte das doenças tem causa psicossomática. E não apenas por isso, mas está provado que a tristeza faz cair a imunidade, e dessa forma a pessoa não consegue – ou fica mais difícil – reagir ao mal-estar.

Dentre as terapias existentes, uma das mais conhecidas é a “Terapia do riso” ou risoterapia, método terapêutico desenvolvido pelo médico americano Hunter Adams, conhecido como “Patch Adams”, cuja técnica caracteriza-se pelo descondicionamento de atitudes e hábitos perniciosos arraigados na personalidade para viver com amor e felicidade estimulando a auto-estima, o amor próprio e o bom humor.

Ao sorrir a pessoa está se automedicando, visto que seu organismo produz uma substância chamada beta endorfinas, que são analgésicas similares as morfinas cem vezes mais. Que por sua vez melhora a circulação, pressão arterial, relaxam os vasos e ainda beneficiara órgãos como o fígado, aparelho digestivo e coração atingidos diretamente por tensões e todo tipo de sentimento negativo, tais como: inveja, irá, etc.

O sorriso pode ainda esta ligada a personalidade e o temperamento de cada indivíduo, revelando sua alegria de viver, disponibilidade ao próximo, sinceridade, acolhimento entre outras coisas. Ao receber o sorriso o outro se sente convidado a aproximar-se, sente-se a vontade para entrar, participar, fazer instaurar a comunhão de vida e bens com quem lhe sorri e até com outros que talvez nunca lhe sorrirão.

Segunda a prática da terapia do riso, sorrir faz parte da qualidade de vida de cada ser humano é uma forma de elevar-se a si mesmo, de manter uma atitude positiva diante de cada circunstância da vida, de amar-se, de valorizar-se, de encontrar motivos superiores onde se quer e se deve viver. Sorrindo se diz ao outro – você é importante e eu te vejo.

Uma prática que pode dar bons resultados é rir de si mesmo, ou seja, ter um senso de humor diante de suas fraquezas e limites, não com sadismo ou vulgaridade mas projetando seus atos o melhor de si que esta acima de qualquer falha, tirando o melhor daquilo que poderia se tornar o pior. Sorrir é descobrir a beleza da vida, é oferecer um mundo melhor a todos.
Breve histórico do riso

Hipócrates o Pai da medicina no século IV a.C. já utilizava animações e brincadeiras na cura de pacientes. Darwin pioneiro no estudo dos movimentos expressivos da comunicação não-verbal, classificou em seu livro “A expressão das emoções nos homens e nos animais (1872)” o sorriso e o riso entre os movimentos expressivos inatos e universais.

Na França, Jeanne Louisie Calmet, falecida em 1997 aos 122 anos afirmou que o segredo da longevidade é sorrir sempre. Na Índia algumas empresas tem o costume de fazer uma sessão de riso antes de iniciar a jornada de trabalho. O resultado é um aumento considerável na produção, em decorrência do bem estar físico e emocional dos trabalhadores.

No final de novembro do ano passado, estudos feitos pelo Centro Médico da Universidade de Maryland (EUA), com a presença de especialistas de vários países, mostrou que rir protege contra infartos e doenças coronárias.

Bibliografia
Revista Cidade Nova, ano XXXIX, n. 4;
A terapia do riso, Editora Pensamento

terça-feira, 23 de agosto de 2011

JMJ 2013: sinal profético para o Brasil

Diferentemente das três horas de voo até Madri, Espanha, o Papa Bento XVI sabe que vai ter que viajar um dia – ou uma noite toda – para pisar em solo brasileiro em 2013. Mesmo assim escolheu o Brasil como sede da próxima Jornada Mundial da Juventude. Aos 84 anos e com uma disposição e vitalidade de poucos com sua idade, o Sumo Pontífice atualiza, com sua opção pela terra longínqua do verde e amarelo, a passagem evangélica de que o pastor não mede esforços para ir ao encontro de seu rebanho, nesse caso, suas ovelhas mais novas.

O Rio de Janeiro está em festa desde o anúncio oficial do Santo Padre, na capital espanhola, de que seria a próxima cidade a sediar a JMJ. Nesse domingo, 21 de agosto, a Cidade Maravilhosa iniciou de vez a contagem regressiva para abrir suas portas aos jovens dos Cinco Continentes. Cenário de grandes espetáculos artísticos, musicais, encontros educativos e das mais diversas áreas, a capital fluminense está preparada para sediar um evento dessa magnitude, é articulada, dinâmica e vai contar também com o apoio das dioceses de todo o país.



Mas um olhar mais atento vai perceber que a opção pela cidade brasileira não se deu apenas pela boa infraestrutura e preparo logístico para receber o maior evento juvenil da Igreja Católica. A escolha do Pontífice pela terra do Cristo Redentor é, antes de tudo, um sinal profético para a capital que tanto tem enfrentado adversidades devido à violência nas ruas, massacre em escola, tráfico de drogas, entre outros.

Receber a JMJ no Rio não será apenas um reconhecimento ou um respaldo turístico, mas uma forma de mostrar que é possível e é preciso cultivar um olhar de esperança, a esperança cristã, que sempre deve animar os corações.

As bandeiras de centenas de nações vão colorir as ruas do Brasil antes mesmo do esperado, a Copa do Mundo em 2014. Um ano antes, o megaevento da juventude cristã vai tomar conta da Cidade Maravilhosa e descobrir que a nação brasileira não é apenas futebol, samba e carnaval, é fé, jovialidade e carisma. A alegria dos brasileiros já foi sentida em Madri, onde mais de 2 milhões de jovens de todas as nações se aglomeraram para ouvir Bento XVI.

Ao final da Jornada Mundial da Juventude deste ano, que oficializou a maior peregrinação brasileira já organizada até então para participar do evento, com 15 mil jovens inscritos, a Canção Nova aproveita para agradecer àqueles que acompanharam atentos a cobertura feita por seu Sistema de Comunicação: Rádio, TV e Internet. Enquanto a instituição, cujo único objetivo é evangelizar, celebra a próxima jornada no Brasil, expressa também sua gratidão pela confiança em seu trabalho jornalístico.

Mais uma vez, a Canção Nova fez questão de mostrar aquilo que realmente era a “boa notícia”: uma multidão de jovens reunidos para ouvir a voz do pastor, o Sucessor de Pedro. Isso é notícia. Sempre haverá vozes contrárias a esse tipo de aglomeração. Elas terão repercussão sim, mas não total cobertura.

A grande notícia, por mérito, está nos 2 milhões de jovens peregrinos reunidos, que lutaram meses ou anos para arrecadar fundos para participar do evento, nos voluntários que doaram seu tempo para ajudar na organização do encontro. Esses esforços, sim, merecem destaque. É para isso que a Canção Nova existe e vai seguir incansável em sua missão de estar sempre a serviço da vida e da esperança, formando homens novos para um mundo novo.

Parabéns, Brasil! Parabéns, Rio de Janeiro! Que venham os jovens do mundo, que venha Bento XVI, o Brasil os acolhe de braços abertos!

By Thaysi Santos
Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A origem pagã da tatuagens

A origem pagã e mística das tatuagens compromete seu uso pelos cristãos?

* A origem pagã e mística das tatuagens compromete seu uso pelos cristãos?


O artigo faz uma análise histórica e mística da origem da tatuagem.
A pergunta que fica é se essa realidade se aplica ao uso da tatuagem nos dias de hoje. Algumas tatuagens são horríveis, outras aparentemente “neutras”, outras claramente demoníacas.
Quanto a origem, não existe nem o que discutir.Quanto a seu uso hoje, bem..Qual a sua opinião?
***
Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e practicamente todas as práticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.
Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes “Cristãos” laodecianos.
O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem exceção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exatamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.
A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.
Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.
Por mais que o “Cristão” carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os fatos falam mais alto – suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:
• O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.
Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um “magick-man”, um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).
Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)
Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal…. Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)
O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contato, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma “decoração corporal” mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.
De fato, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:
As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)
De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, ‘tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.’
Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignos. Músicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)
A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)
Entre os temas atuais que as tatuagens trata, existem as “tatuagens tribais” – que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista.
Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)
O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue – o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um fator de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)
A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)
A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O ato de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)
Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: “Grim Reaper”) são vistas com regularidade. . . . Estas imagens, indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.
Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)

No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:
De fato, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto…
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
[Tatuar] “Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . ”
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)
Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus – em direcção às “muitas moradias” – eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens]numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: “garantir um lugar no céu”.
“Razões para fazer uma tatuagem:
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)


O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.
No seu popular livro “Tattoo History: A Source Book”, o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns fatos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.
[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:
Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a proteção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.
O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO

Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras práticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].
E porquê? Porque, ao contrário dos “Cristãos”, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: “Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo”.
E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.
Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens,piercing e escarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)
Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.

Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no “underground” como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)
O autor deste texto
diz o seguinte:

Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação.Sem exceção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.
Mas antes de terem sido salvos – tal como as tribos pagãs – eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.
Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.
Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.
Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.
Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:
Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)
Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, eles ”reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás”. No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes “Cristãos” actuais dizem coisas ridículas como “marcarem-se para Jesus” (!).
AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.
Alguém pode dizer “Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos.”
Fazem sim senhor!
Estas tatuagens agem como talismãs protetores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercing, marcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)
Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação de um espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

Fonte: http://darwinismo.wordpress.com

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Semana Nacional da Família 2011 ressalta a “Família, Pessoa e Sociedade

Dos dias 14 a 20 de agosto, acontece em todo o Brasil, o evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Família, que é a tradicional “Semana Nacional da Família”.

Este evento, que acontece anualmente no mês de agosto, que é o Mês Vocacional, tem como tema, neste ano de 2011 “Família, Pessoa e Sociedade”.

Os organizadores já lançaram o subsídio de 2011, intitulado "Hora da Família", que pode ser adquirido pela Secretaria Nacional da Pastoral Familiar, em Brasília. Até hoje, mais de 220 mil exemplares do subsídio já foram editados, desde a vinda do papa João Paulo II ao Brasil, em 1994. A publicação, que completa 15 anos, traz sugestões de celebrações, Terça das Famílias e reflexões sobre o Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Catequista, Dia do Nascituro, e outros.

Segundo dom Petrini, a Semana Naciona da Família deve ser celebrada como uma festa. “Quando uma família cristã faz festa, celebra o dom da vida e o dom da fé que cada um recebeu, festeja o dom do amor entre marido e mulher, o dom da maternidade e da paternidade, o dom do sacramento do matrimônio e, portanto, o dom que é a presença de Jesus Cristo na convivência familiar”, destacou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini.

Segundo o "Hora da Família 2011", os participantes do evento pretendem externar publicamente o seu apreço à família.

“O papa bento XVI destacou a importância da família para a edificação da sociedade e seu bem-estar e exortou a todos os cristãos a confiar em Deus como aquele que concede todos os bens e sustenta as famílias no seu cotidiano. Uma sociedade sólida nasce, certamente, do compromisso de todos os seus membros, mas tem necessidade da bênção e do suporte de Deus que, infelizmente, é frequentemente excluído e ignorado. Sem Deus, busca-se inutilmente construir uma casa estável, edificar uma cidade segura, porém, com Deus, teremos uma família rica de filhos e serena, uma cidade bem segura e defendida, livre de pesadelos e de insegurança”, disse o arcebispo de Londrina (PR) e ex-presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom Orlando Brandes, na apresentação do subsídio. Dom Orlando foi presidente da Comissão até maio desse ano.

Além da Secretaria Nacional da Pastoral Familiar, o interessado em adquirir o subsídio pode acessar o site da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, no endereço www.cnpf.org.br ou no telefone: (61) 3443-2900. Nos Regionais da CNBB o material também pode ser adquirido junto aos casais coordenadores da Pastoral Familiar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Irmã Clara de Assis e as Senhoras Pobres

O estilo de vida de Francisco não poderia ser privilégio dos homens. Muitas mulheres escutavam sua pregação, observavam seu estilo de viver o Evangelho e também queriam essa oportunidade. Uma delas foi Clara.

Nasceu Clara em torno de 1193 em Assis, filha de Ortolana di Fiumi e Faverone Offreduccio. Recebera da mãe uma sólida religiosidade e do pai a força de caráter. Tinha mais três irmãs e um irmão. A caçula era Inês. Francisco a conhecia de vista, pois em Assis todos se conheciam. Admirava nela os longos cabelos dourados e seus olhos decididos. Quando queria uma coisa, era porque queria.

Aos 18 anos, Clara ouviu Francisco pregar os sermões da Quaresma na igreja de São Jorge, em Assis. As palavras dele inflamaram tanto seu coração, que o procurou em segredo, pois também ela desejava viver “segundo a maneira do santo Evangelho”.

Francisco lhe falou sobre o desprezo do mundo e o amor de Deus, e fortaleceu-lhe o desejo nascente de abandonar tudo por amor a Cristo. Encerrou a conversa dizendo: “Quero contar-te um segredo, Clara: desposei a Senhora Pobreza e quero ser-lhe fiei para sempre”. Clara respondeu que “queria viver a mesma vida, a mesma oração e sobretudo a mesma pobreza”.

Acompanhada de Bona di Gueifuccio, amiga íntima, para escutar Francisco passou a freqüentar a capela da Porciúncula. Estava decidida a viver o

Evangelho ao pé da letra. Mas, como sair de casa? Francisco e os irmãos ensinaram-lhe o modo.

O dia 18/19 de março de 1212 era Domingo de Ramos. Rica e belamente vestida, Clara participou da Missa da manhã. Não havia meio de sair desapercebida do castelo de seus pais, mas encontrou a única saída possível pela porta de trás do palacete: a saída dos mortos. Toda casa medieval tinha esta saída, por onde passava o caixão dos defuntos.

À noite, quando todos dormiam, a nobre jovem Clara de Favarone fugiu de casa por esse buraco, percorrendo uma milha fora da cidade, até chegar à Porciúncula, onde foi recebida com muita festa pelos irmãos franciscanos, que tinham ido ao seu encontro com tochas acesas e a acompanharam até à porta da igreja.

Ali se desfez das vestes elegantes e São Francisco, com uma grande tesoura, lhe corto os cabelos, causando-lhe dó cortar tão maravilhosa cabeleira. Em seguida, deu-lhe o hábito da penitência: uma túnica de aniagem amarrada em volta por uma corda e um par de tamancos de madeira. Clara se consagrou pelos três votos: pobreza, obediência e castidade.

Os familiares, enfurecidos, foram procurá-la. Entrando na capela, viram Clara agarrada ao p do altar Puxaram-na com tanta força que arrancaram o véu, percebendo então a cabeça raspada Concluíram que nada mais poderiam fazer Não conseguiriam mudar-lhe a idéia.

Como Francisco não tinha convento para freiras, irmã Clara ficou alguns dias no mosteiro de São Paulo e algumas semanas no mosteiro beneditino de Panzo.

Por fim, recolheu-se a São Damião, numa casa pobre contígua à capela, onde ficou at sua morte em 1253. Seguiu-a na vocação a irmã Inês, 16 dias depois, e mais tarde sua irmã Beatriz e a mãe Ortolana.

A obra tornou-se conhecida e diversas mulheres e jovens vieram fazer-lhe companhia. Ficaram conhecidas como as Senhoras Pobres, ou Irmãs Clarissas. Em pouco tempo, havia mosteiros em diversas localidades da Itália, França, Alemanha. Inês, filha do rei da Boêmia também fundou um convento em Praga, e ela mesma tomou o hábito.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A transfiguração do Senhor nas palavras de Bento XVI


Neste sábado, 06 de agosto, a Igreja celebrou a Festa da Transfiguração do Senhor. Um evento - disse Bento XVI - que nos lembra que "as alegrias semeadas por Deus na Vida não são pontos de chegada, mas luz que Ele nos dá em nossa peregrinação terrena, porque só Jesus é o critério que norteia nossa existência."

No Tabor, Pedro, Tiago e João contemplam a glória do Filho de Deus, antecipam um pedaço de paraíso. "Trata-se geralmente de breves experiências - diz o Papa - que Deus às vezes concede, especialmente em vista deduras provas":

"A ninguém, no entanto, é permitido viver no Tabor enquanto estiver sobre esta terra. A existência humana, de fato, é um caminho de fé e, como tal, prossegue mais na sombra do que na plena luz, não sem momentos de escuridão e também de muita escuridão. Enquanto estamos aqui embaixo, nosso relacionamento com Deus vem mais da escuta que da visão, e própria contemplação se dá, por assim dizer, a olhos fechados, graças à luz interior em nós acesa pela Palavra de Deus. "(Angelus de 12 Março de 2006)

Pedro queria ficar muito tempo sobre Tabor. Mas o caminho que aponta Jesus é outro:

"Aqui é o ponto crucial: a Transfiguração é uma antecipação da ressurreição, mas esta pressupõe a morte. Jesus manifesta a sua glória aos Apóstolos, para que eles tenham a força para enfrentar o escândalo da cruz, e compreendam que é preciso passar por muitas tribulações para chegar ao reino de Deus.” (Angelus de 17 de Fevereiro de 2008)

Mas o que é a transfiguração de Jesus?

"A Transfiguração de Jesus não é uma mudança, mas a revelação de sua divindade, a certeza profunda íntima de seu ser com Deus, que se transforma em pura luz. Em sua unidade com o Pai, o próprio Jesus é Luz da Luz". (Angelus, 20 de Março de 2011)

Do alto da nuvem brilhante, a voz do Pai convida a ouvir o Filho. Ouvi-lo para pôr em prática o que diz:

"Ouvir a Cristo, como Maria. Ouvi-lo na sua Palavra, preservada na Sagrada Escritura. Ouvi-lo nos eventos de nossas próprias vidas, tentando ler a mensagem da Providência. Ouvi-lo, finalmente, em nossos irmãos, especialmente nos pequenos e nos pobres, em que o próprio Jesus pede o nosso amor concreto. Ouvir Cristo e obedecer a sua voz: este é o caminho real, o único, que conduz à plenitude da alegria e do amor".

por
Rádio Vaticano

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

04/08/11 Dia do Padre

O Dia do Padre é comemorado em 04 de agosto, em homenagem a São João Maria Vianney, santo padroeiro dos sacerdotes. Filho de uma família de camponeses, o vigário nasceu no ano de 1786 num pequeno povoado francês chamado Ars.

No seminário, embora fosse considerado um modelo de piedade, tinha dificuldade em acompanhar os estudos de filosofia e teologia.

Mesmo com a desconfiança de seus superiores, São João Maria Vianney recebeu a ordenação sacerdotal.

Porém, o sacerdote não tinha autorização para confessar, pois era considerado incapaz de guiar os fiéis.

No entanto, logo ele se tornou um dos maiores confessores da Igreja e o Padroeiro dos párocos.

São João Maria Vianney morreu aos 73 anos, em 4 de agosto de 1859.

Antes de ser canonizado, pelo Papa Pio XI, a pequena cidade onde morava, Ars, já havia se tornado um centro de peregrinação.

Fonte: UFGNet

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ministerio Te Deum: Dons de Serviço do Espírito Santo

Ministerio Te Deum: Dons de Serviço do Espírito Santo: "Os dons efusos do Espírito Santo são dons extraordinários dados pelo Espírito aos batizados,são também conhecidos como dons de serviço pois ..."

Dons de Serviço do Espírito Santo

Os dons efusos do Espírito Santo são dons extraordinários dados pelo Espírito aos batizados,são também conhecidos como dons de serviço pois servem para a evangelização e o pastoreio da Igreja. Estas graças sobrenaturais mudam a condução da oração e da evangelização, enchendo de poder do Espírito a vida da Igreja. São tidos como de pouco conhecimento no ambiente não cristão, embora sejam de uso comum na Igreja Católica entre os membros de Renovação Carismática e comunidades novas, e eram dons normais nos primeiros séculos do cristianismo, passando por séculos um pouco a clandestinidade e retornando a se tornarem usuais na Igreja a partir do século passado quando após o Concílio a Igreja passou a motivar de modo especial a participação leiga nos ministérios.

São Paulo partilha de alguns deles em suas epístolas, explicando-os bem e denota-os como sendo prática comum entre as novas igrejas que iam se fundando, a ponto de nos surpreendermos de se ter deixado um pouco de lado os mesmos durante tantos anos.

1. DOM DE LÍNGUAS:

“Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza, porque não sabemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis” (Rm 8,26).
O dom de línguas é um dom de oração. Este dom vem socorrer a nossa dificuldade de orar: nós não sabemos “o que” nem “como” pedir a Deus ou o que dizer a Deus. Ele vem suprir nossa oração fraca e débil, vem nos fazer orar, mas orar segundo a vontade de Deus. O próprio Espírito Santo que habita em nós, ora em nós e por nós. Vem nos capacitar a orar de forma divina.

Ainda que nós não entendamos os gemidos inefáveis com que o Espírito ora, canta, e fala em nós e através de nós, sentimos que o nosso coração e o nosso espírito estão em oração. No entanto, não deixamos de estar conscientes, sabemos perfeitamente o que estamos fazendo, pois oramos com a nossa língua e com a nossa vontade, por isso somos livres para começar e terminar quando queremos.
O dom de línguas é a porta para todos os outros dons carismáticos, porque abre todo o ser do homem para a ação do Espírito Santo e para o crescimento da vida no Espírito.
O dom de línguas é a primeira manifestação sensível e visível da presença do Espírito Santo ( At 2,1-4; 10,6s; 19,6s).

O dom de línguas nos une em torno de Cristo. É dom que promove a unidade entre os cristãos, atraindo-os a Jesus Cristo e à Igreja (At 2,5-6).

Cantar em línguas:
O Espírito Santo de Deus, plenamente rico de graças, concede aos fiéis o dom de “cantar” em línguas. “Cantarei com o Espírito” (I Cor 14,14). Isto significa que o Espírito Santo através do dom de línguas, utiliza-nos para elevarmos um canto ao nosso Deus, levando-nos a expressar-lhe um louvor no Espírito a Deus. O Espírito nos capacita a glorificar o Senhor de maneira profunda, sincera e perfeita. Nesse louvor no Espírito, unimo-nos aos anjos e santos, que não cessam de, no céu, louvar o Senhor.

Dom de falar em línguas:
“Maior é quem profetiza do que quem fala em línguas, a não ser que este as interprete, para que a assembléia receba edificação” (I Cor 14,13).
O dom de línguas também se manifesta através de “falar” em línguas, que significa proclamar uma mensagem de Deus a um grupo ou assembléia de oração, através de línguas estranhas.

2. DOM DE INTERPRETAÇÃO DAS LÍNGUAS:

“...a outros, por fim, a interpretação das línguas” (I Cor 12,10).
Ao proclamarmos uma mensagem de Deus em línguas é necessário suplicarmos o dom de as interpretar, pois toda mensagem de Deus para o seu povo tem o objetivo de edificá-lo. E ao proferirmos palavras ininteligíveis, como se compreenderá o que dizemos? Seremos como quem fala ao vento (cf. I Cor 14,9). O Espírito Santo concede que se compreenda o que está sendo dito em línguas. Esta compreensão se dá com o “coração”, e não através de uma tradução conceitual e gramatical das palavras.

Este carisma pode ser dado tanto à pessoa que está orando ou falando em línguas, quanto a outra pessoa que está participando do grupo de oração. O dom de profetizar em línguas e o de as interpretar são dons que se complementam reciprocamente: “aquele que tem o dom de falar em línguas reze para ter o dom de interpretá-las ( I Cor 14,13).

3. DOM DE PROFECIA OU PALAVRA DE PROFECIA:

Deus se manifesta aos homens também através do dom da profecia. Este dom pode se manifestar através de uma palavra, de um sentimento, em línguas, que requer a interpretação, de um canto, de uma visão (At 10,9-48), com entendimento espiritual de um sonho (Num 12,6).

São Paulo considera o dom da profecia superior a todos os outros dons, pois reconhece que através deste dom, Deus fala claramente e de forma simples, mas direta, com o homem (I Cor 14,5).

O dom da profecia é para todos os homens de boa vontade e de fé que querem recebê-lo (I Cor 14,30). Também é importante que haja confirmação da profecia através de moções dadas a outros.

A palavra de profecia deve passar pelo “crivo” do discernimento dos espíritos. É importante que as examinemos se são divinas, humanas ou diabólicas ( I Tes 5,21; Mt 7,15).

Geralmente as profecias são ditas na primeira ou segunda pessoa, pois o Senhor é um deus pessoal e nos falará diretamente: “Não temas, tu és o meu povo”, “Eu sou o teu Deus”. O centro de todas profecias é Jesus Cristo e o seu evangelho, portanto as palavras proféticas têm que estar de acordo com a palavra de Deus, com a palavra da Igreja e dirigida à glória de Deus e a salvação dos homens (Dt 13,2-4).

4. DOM DE CIÊNCIA OU PALAVRA DE CIÊNCIA:

A palavra de ciência é o dom através do qual o Senhor faz com que o homem entenda as coisas da maneira que ele entende; faz com que o homem penetre na raiz de cada acontecimento, fato, situação, estado de espírito. Portanto, através deste dom o Senhor dá um diagnóstico de um fato, uma situação, um estado de espírito... e do que Ele quiser revelar.

A palavra de ciência se manifesta através de um sentimento, de uma palavra, de uma frase (Jo 4,50), de uma visão, de um sonho (Mt 1,18-25).

O dom da palavra de ciência revela uma ação que Deus já está fazendo ( a cura, por ex.), uma obra que Deus acaba de fazer ou uma obra que Deus quer fazer, mas que precisa da colaboração da pessoa ou uma situação ou através do poder e da misericórdia de Deus que cura o corpo e o coração.

Um exemplo muito claro do dom de ciência na Bíblia, foi a revelação que Jesus recebeu do Pai ao dialogar com a samaritana, de que ela tinha tido cinco maridos. Por este dom a samaritana experimentou a misericórdia de Deus que a levou ao arrependimento e a conversão, reconhecendo Jesus como o Messias, além de se tornar uma anunciadora de Jesus em Samaria.

5. DOM DA SABEDORIA OU PALAVRA DE SABEDORIA:

“A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria” ( I Cor 12,8).
A palavra de sabedoria inspira o homem a saber como deve ser seu comportamento em cada situação, em cada vez que tem que resolver um fato ou um problema, a falar inteligentemente em situações concretas da sua vida ou de sua comunidade, levando-o a decidir acertadamente e de acordo com a vontade de Deus, no dia a dia, no matrimônio, no trabalho, na educação dos filhos, nos relacionamentos com os irmãos e na sua vida cristã. É uma orientação de Deus sobre como se viver cristãmente (Lc 18, 18-30).

A palavra de sabedoria conduz o procedimento humano em cada situação:
- Como agir (I Rs 3,16-28);
- Como falar ( Mt 22,21);
- Como fonte de discernimento espiritual;
- Prepara o nosso coração para receber o ensinamento divino ( Lc 12,13-21);
- Como fonte de ensinamento segundo a sabedoria de Deus (Mt 6,1-21);
- Nos faz testemunhar com sabedoria (Paulo diante do rei Agripa - At 26,28);

Este dom deve ser amplamente exercitado pelo cristão na oração pessoal e comunitária para que ele tenha encontros transformadores em sua vida. A manifestação desse dom pode acontecer através de palavras da própria Escritura, por uma palavra, por uma visão, por um sentimento, por um sonho.

6. DOM CARISMÁTICO DA FÉ:

“a outros é dado pelo Espírito, a fé” ( I Cor 12,9).
O carisma da fé é uma graça especial que nos dá a certeza de que Deus agirá, de que o poder de

Deus irá intervir em alguma situação da vida do homem confirmando nossa ação e oração com o sinal que lhe pedimos. É uma graça à qual devemos nos abrir e pedir a Deus. Pela fé carismática cremos que Deus opera hoje maravilhas em favor do seu povo. A fé move a manifestação do poder de Deus.

7. DOM DOS MILAGRES:

“a um é dado pelo Espírito o dom de milagres” (I Cor 12,10).
O dom de milagres é a ação do Espírito Santo que, para o bem de alguém, modifica o curso normal da natureza. O milagre é uma intervenção clara, sensível e visível de Deus no decurso “ordinário” ou “normal” dos acontecimentos: curas instantâneas de doenças incuráveis, ressurreição dos mortos, fenômenos extraordinários da natureza ( cf. At 3,4-11; 4,30-31).

O mundo atual necessita do exercício do dom de milagres, pois Deus deseja e continua a realizar suas obras extraordinárias no meio do seu povo, hoje.
Devemos fazer distinção entre milagre e cura. O primeiro, quando se manifesta através de uma cura que nenhuma ciência médica poderia conseguir, e que Deus realiza. No segundo caso, a cura pode acontecer através de um medicamento, de uma cirurgia, etc.

8. DOM DAS CURAS:

“a outro, a graça de curar as doenças no mesmo Espírito” (I Cor 12,9b).
O dom das curas pode se manifestar de três formas. Tomando-se por base as três dimensões do homem: corpo, alma e espírito ( cf. I Tes 5,23), compreendemos que este mesmo homem pode ser atingido por enfermidades em suas três dimensões. Existem os males físicos, os da alma ou interiores e espirituais. Se somos atingidos em qualquer área interior, necessitamos de uma cura interior. Se somos atingidos em nosso espírito, contaminando-nos com falsas doutrinas e apartando-nos sã doutrina da salvação, precisamos de uma cura espiritual ou libertação. Se somos atingidos no corpo com alguma enfermidade, necessitamos de uma cura física.

9. DOM DO DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS:

“A outro é dado pelo Espírito o discernimento dos espíritos” ( I Cor 12,10).
Este dom nos permite discernir, examinar, perceber e identificar em nós mesmos, nas outras pessoas, nas comunidades, nos ambientes e nos objetos o que é de Deus ou o que é da natureza humana, ou ainda, o que é do maligno.

Este dom, como todos os outros, é muito importante para a vida cristã, pois nos levará a distinguir a voz de Deus das outras vozes, que tentam nos confundir. É muito importante que cada cristão se abra inteiramente a este dom para não se deixar arrastar pelas suas paixões e pelas tentações do inimigo e, assim, livremente fazer a vontade de Deus. Talvez, momentaneamente, uma atitude ou palavra, como também um sentimento, ou ainda um pensamento, traga ao cristão realização, alegria, mas se não for da parte de Deus, logo perceberá quão vazia ficou sua alma, pois só a vontade de Deus pode levar o homem à verdadeira alegria e realização.

Por isso é muito salutar o exercício cotidiano desse dom para que cresça em si um discernimento apurado com relação a todas as coisas. Algo pode aparentemente parecer bom, mas só Deus sabe o que é verdadeiramente bom.

O discernimento dos espíritos protege o exercício dos dons carismáticos. Por ele o cristão reconhece se os dons que estão sendo exercidos são impulsionados pelo Espírito de Deus ou se é uma ação humana ou diabólica.

São João nos adverte quanto à necessidade de examinarmos se os espíritos são de Deus e nos ensina como conhecê-lo: “todo espírito que proclama Jesus Cristo que se encarnou é de Deus e que os espíritos do mundo falam segundo o mundo, e quem conhece a Deus, ouve a Deus” (I Jo 4,1-6). Portanto, este dom nos dá a graça de distinguir o espírito da verdade e o espírito do erro.



por Comunidade Shalom e Grupo Hallel

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Choro de guerreiro

Todo aquele que mergulha em águas profundas e experimenta da verdadeira riqueza do Espírito Santo não deseja mais voltar atrás…. em outras palavras há aquela frase do padre Roberto da Toca de Assis, que diz “um verdadeiro adorador não volta atrás”
Quando sentimos aquela vontadezinha (triste) de largar, abandonar tudo, de tristeza ou desânimo, não desista!!! Persevere…. a verdade é que precisamos cada vez mais mergulhar em águas mais profundas. Quanto mais nos aproximamos do Senhor mais precisamos de intimidade. Não adianta ir até certo ponto e achar que assim já está bom.
Nossos ministérios não podem se sentir satisfeitos em apenas chegar até certo ponto e parar, mas devemos cada vez mais avançar. Cada vez reunir um rebanho maior, cada vez mais buscar uma nova unção. O Espírito Santo é um só, mas a experiência com Ele é única e sempre nova, por isso não devemos nos acomodar.

Atualmente vemos pessoas desistindo de participar dos encontros, grupos de orações… e sabe o por quê? Porque as pessoas querem algo novo, buscam por experiências cada vez mais intensas. (E por isso muitas vezes acabam se perdendo com outras coisas).
Mas o fato é que uma vez em contato com esse “algo novo”, com certeza elas voltarão. Elas virão novamente em busca dessa água viva, pois elas pensarão assim: “ali sim, ali eu senti a presença forte do Espírito Santo”.

Não apenas cantar da boca para fora, não apenas mais um grupo de oração. Não apenas mais uma missa.
Mas a experiência única e profunda a cada encontro. Como se fosse o último dia de nossas vidas… clame o Espírito Santo com um canto novo, com a sua vida, com a sua voz…. beba e experimenta da graça novamente. Se abra a essa luz como em tempos atrás… lembre-se do quanto vc se alegrava com isso, do quanto isso te abastecia e renovava o ardor em sua alma.

Muitos querem também essa experiência. E posso dizer que isso também depende de nós.
A forma em que levamos a mensagem faz toda a diferença.

Não canse não meu irmão, não desista, não pule fora. As vezes é difícil mesmo por isso persevere. Lute!! Vc consegue! Há muito vento soprando contra, muitas vozes em nossas cabeças, muita gente dizendo para irmos ao contrário, que não adianta mais…. mas siga a voz do coração e acredite que o sopro do Espírito é muito mais forte, pois é aquele que dá vida. No livro de gênesis logo no capítulo 1 vemos que o Espírito pairava sobre as águas… e aparece justamente no capítulo 1 da bíblia, para que nos encorage e nos dê força.
Desejo que esse mesmo Espírito de força venha hoje sobre sua vida e seu ministério.


Por Músicos Católicos