Este final de semana descansamos, uns poucos músicos da Diocese, nos braços do Senhor. E nós de Itabatã (Rubens, Gracilene, Loislenne e eu) recebemos um grande presente, dormimos literalmente em presença de Jesus Eucarístico. Detalhe interessante: só nós e Jesus numa sala.
No Congresso, experimentamos, aprendemos, choramos, desabafamos, crescemos... Eu particularmente, crescí na Fé. Crescí na certeza de que Deus faz conforme Ele quer.
Aprendí, entre muitos outros aprendizados, que é muito fácil confundir humildade com falta de Fé. Exemplo: não acreditei que o Te Deum tivesse técnica suficiente para participar do Festival para músicos. Humildade? Cheguei à conclusão de que neste caso não. E sim faltou em mim foi ter Fé de que, podemos não ter técnica suficiente, mas temos um Deus que é Senhor de tudo, inclusive dos critérios de avaliação utilizados em um Festival Cristão. A música que venceu foi apresentada com muita simplicidade, por pessoas que mais têm "cara" de Grupo de Oração. Glória a Deus!! Particularmente penso que a música do Leo é mais bonita e mais apropriada, mas vejo que Deus quís nos ensinar com isso. Deus me ensinou muito com isso.
Deus derramou muito talento sobre nós do Te Deum, mas nós nos acomodamos e multiplicamos pouco... Estamos parados no tempo. Eu parei no tempo. Em que sentido? Luciane falou de sermos músicos e musicistas onde nós estivermos, falou da experiência dela cuidando do irmão que morreu com câncer, falou da experiência dela trocando as fraldas de um irmão aidético no hospital, quando ela acompanhava seu irmão em fase terminal de câncer... E nós? o que temos para falar de experiências de amor aos irmãos? Quando nos reunimos fora do Grupo de Oração falamos de que? onde temos ido? o que temos feito? Para que temos usado nossa boca? quando pergunto essas coisas, ou quando falo de vivências que não edificam, não pensem que estou me excluíndo. As perguntas são para mim primeiro. Tenho lutado para renunciar às coisas que não edificam, quando as denuncio, me sinto mais responsável por renunciar a essas coisas. E denuncio na intenção de apontar aos irmãos os perigos para a alma. Irmãos, Deus sabe o que há no mais profundo de cada um de nós... Não importa as impressões que a aparência pode causar. Deus sabe das minhas intenções.
A Palavra de Deus diz "Faça ao outro o que gostaria que fosse feito com você". Talvez se alguém tivesse me corrigido fraternalmente na minha juventude, eu não tivesse cometido os erros que cometí. É por isso que faço o papel de chata e de "tira paz"... E muitas vezes a verdade que falamos com um irmão ou irmã, é usada por Deus para impedir que esta pessoa caia, ou para fazer com que a pessoa saia do estacionamento, da "zona de conforto" e assim a pessoa poderá perceber que Deus tem desejado usar dela para salvar almas de inúmeras outras formas.
No Congresso, experimentamos, aprendemos, choramos, desabafamos, crescemos... Eu particularmente, crescí na Fé. Crescí na certeza de que Deus faz conforme Ele quer.
Aprendí, entre muitos outros aprendizados, que é muito fácil confundir humildade com falta de Fé. Exemplo: não acreditei que o Te Deum tivesse técnica suficiente para participar do Festival para músicos. Humildade? Cheguei à conclusão de que neste caso não. E sim faltou em mim foi ter Fé de que, podemos não ter técnica suficiente, mas temos um Deus que é Senhor de tudo, inclusive dos critérios de avaliação utilizados em um Festival Cristão. A música que venceu foi apresentada com muita simplicidade, por pessoas que mais têm "cara" de Grupo de Oração. Glória a Deus!! Particularmente penso que a música do Leo é mais bonita e mais apropriada, mas vejo que Deus quís nos ensinar com isso. Deus me ensinou muito com isso.
Deus derramou muito talento sobre nós do Te Deum, mas nós nos acomodamos e multiplicamos pouco... Estamos parados no tempo. Eu parei no tempo. Em que sentido? Luciane falou de sermos músicos e musicistas onde nós estivermos, falou da experiência dela cuidando do irmão que morreu com câncer, falou da experiência dela trocando as fraldas de um irmão aidético no hospital, quando ela acompanhava seu irmão em fase terminal de câncer... E nós? o que temos para falar de experiências de amor aos irmãos? Quando nos reunimos fora do Grupo de Oração falamos de que? onde temos ido? o que temos feito? Para que temos usado nossa boca? quando pergunto essas coisas, ou quando falo de vivências que não edificam, não pensem que estou me excluíndo. As perguntas são para mim primeiro. Tenho lutado para renunciar às coisas que não edificam, quando as denuncio, me sinto mais responsável por renunciar a essas coisas. E denuncio na intenção de apontar aos irmãos os perigos para a alma. Irmãos, Deus sabe o que há no mais profundo de cada um de nós... Não importa as impressões que a aparência pode causar. Deus sabe das minhas intenções.
A Palavra de Deus diz "Faça ao outro o que gostaria que fosse feito com você". Talvez se alguém tivesse me corrigido fraternalmente na minha juventude, eu não tivesse cometido os erros que cometí. É por isso que faço o papel de chata e de "tira paz"... E muitas vezes a verdade que falamos com um irmão ou irmã, é usada por Deus para impedir que esta pessoa caia, ou para fazer com que a pessoa saia do estacionamento, da "zona de conforto" e assim a pessoa poderá perceber que Deus tem desejado usar dela para salvar almas de inúmeras outras formas.
By Edcarla
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