quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Retiro e Confraternização com todos os membros do Te Deum

Esse ano de 2011 foi para o Ministério Te Deum um ano onde o Senhor derramou sua Misericórdia sobre nós.
O Senhor não nos usa por acaso, Ele tem um plano pra cada um e a partir de nosso SIM, Ele se faz mais presente em nossas vidas.
Nesse ano demos um passo largo, onde melhoramos nossa vida de oração pessoal e em grupo, maturidade por parte de alguns, o testemunho, obediência, e união. Precisamos viver constantemente em oração, comungar do Corpo e Sangue de Cristo é o que nos reanima, o nosso sustento como músicos buscar estar na presença do Pai.
Foi um ano de muita graça, missões, posso citar algumas: Encontro da Unidade, Festa da Santíssima Trindade, Amor Corajoso, I kairós em Posto da Mata, Belo Cruzeiro, Nova Viçosa tivemos muitas provações, mas quando é o desejo de Deus tudo se torna possível.
Como toda missão, o corpo cansa, as emoções ficam a “flor da pele”... o Senhor nos mostrou(coordenação) que deveríamos fazer um retiro programado e realizado por nós mesmos (membros).
No dia 17 e 18/12 foi realizado nosso encontro em Alcobaça/BA na casa dos pais de Edcarla, ministra de música do Te Deum. Convidamos Tassio e Lorena pessoas queridas que também são membros do ministério, que estão vivenciando um período de reflexão.
O sábado (17/12) foi um dia especial onde pudemos experimentar que Deus tem muito mais para o Ministério Te Deum, Ele fez e vai fazer muito mais.
O encontro teve inicio saindo de Itabata-BA, com o Santo Terço Mariano, chegando em Alcobaça/BA tomamos café e Gracilene, coordenadora do Ministério rezou o salmo 80, com o título Louvor Universal, logo em seguida erguemos um grande louvor a Deus que é o único digno de louvor.
O 1º Ensino foi ministrado por Rubens Santana, que falou sobre a Vida de Oração Carismática do Artista;
O 2º Ensino ministrado por Aline Marques, que nos surpreendeu ensinando-nos sobre O comportamento e postura do Ministro de Música.
O 3º Ensino foi sobre Humildade do músico, onde todos puderam falar um pouco sobre a importância de sermos humildes no que fazemos, foi citado por Alex o trecho do livro de Martin Valverde, O burrinho de Jerusalém que ilustrou maravilhosamente este tema.
O 4º Ensino foi ministrado pelo Casal Marcus e Jarina, com o tema: O chamado do artista e a responsabilidade da missão, momento forte que nos emocionou muito com testemunho de vida.
Ainda fez parte da programação no sábado, jogo Bíblico do Evangelho de Mateus.
O domingo (18/12) começou com a santa missa, logo após fomos para a praia, nos divertimos muito, tudo com espiritualidade, e para fecharmos com chave de ouro um bom churrasco, agradecimentos a todos que ali estavam, entrega das lembranças e oração de agradecimento ao Senhor por tudo que Ele fez.
O Senhor nos ama muito com amor sem igual. O Senhor tem muito mais para nós...


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Padroeira da América Latina

Festa de Nossa Senhora de Guadalupe - Padroeira da América Latina – 12 de dezembroNo ano de 1523, na cidade de Guadalupe, no México, Nossa Senhora apareceu ao índio Juan Diego e fez dele um mensageiro de sua vontade junto ao bispo local. Durante muito tempo, o índio não conseguia obter sucesso junto ao bispo, que não acreditava em sua história. Até que um dia, o próprio bispo viu as flores silvestres que o índio trazia em seu manto, se transformarem na imagem de Nossa Senhora.O manto do índio Juan Diego foi preservado e encontra-se exposto no santuário construído em homenagem à Virgem de Guadalupe, na colina de Tepyac. Nele, pode-se encontrar o rosto da virgem e, na pupila de seus olhos vê-se gravada a imagem do índio. Assim, Nossa Senhora de Guadalupe veio a se tornar Padroeira da América Latina, colocando sob sua especial proteção os povos indígenas que aqui habitam e que vivem constantes humilhações e marginalizações.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Deus nos chama

O Amor Corajoso realizado pela RCC de Mucuri/BA e o I Kairós organizado pela RCC de Posto da Mata/BA concedeu ao Ministério Te Deum momentos inesquecíveis, marcados de pura alegria, Graça e Renovo no Espírito. Abaixo algumas fotos:


A Beleza do viver da Divina Providência

A beleza do viver da Divina Providência A proposta divina do pensar e do agir conjuntamente com o Senhor Quem ama cuida. Amar é desejar o bem. Cuidar é promover esse bem, é a ação efetiva da manifestação do amor. Deus ama o ser humano, por isso cuida dele. E a forma concreta de esse amor ser expresso e de nos conduzir é conhecido como Divina Providência. É a proposta divina do pensarmos e do agirmos conjuntamente com o Senhor, pois o Pai tem o controle do que não podemos perceber nem enxergar e quer nos dar sustento e ensinar, mas, principalmente, quer participar das nossas vidas. Para que possamos viver essa experiência precisamos aprender a olhar todos os fatos segundo a luz divina. Nada acontece por acaso. Deus lhe diz algo, direciona e constrói em todas as ocasiões, sejam estas pequenas ou grandes, alegres ou tristes, de encontros ou desencontros. É necessário que nunca deixemos de acreditar nesse amor/cuidado, ainda que tudo pareça contrário ao que interpretamos como bondade divina. Assim como necessitamos ter sempre em mente que o Altíssimo é poderoso o bastante para tirar algo melhor, mesmo dos males que venhamos a sofrer. Lembremo-nos de que oportunidades também surgem de situações contrárias. Não desista diante das frustrações. Persevere! É natural sofrer numa situação de perda ou resultado diferente aos nossos sonhos e pretensões; mas não pare nisso. É preciso levantar a cabeça e continuar sempre, contando com a força de Deus em você, a qual se faz presente através da Eucaristia, do contato com a Palavra e nos fatos comuns do dia-a-dia. Pois contrariedade nenhuma é eterna. Em algum momento o Senhor irá mostrar onde está o amor nessa adversidade. Não se revolte com os fatos e com a vida nem culpe o céu. Mesmo aquilo que parece bom, pode ser ruim se não servir como crescimento humano e espiritual. Tudo tem que servir para nos impulsionar para o Alto. Que tudo seja para a salvação de almas. Pode ser também que não se esteja preparado para usufruir de um bem corretamente, segundo o verdadeiro propósito para o qual foi criado, nisso lhe seria nocivo. Embora a Providência Divina seja um abandono aos cuidados de Deus, não podemos cruzar os braços esperando que tudo provenha do céu. Trabalho é fundamental. O divino não depende do esforço de nossas mãos, mas também por intermédio dele quer agraciar o ser humano com Sua benevolência. Dê matéria-prima, tanto para o plano material quanto para o sobrenatural para agir em seu favor. Por fim, o anseio de viver segundo a Divina Providência nos aproxima d'Aquele que é o Autor supremo de todas as coisas. O mais bonito disso tudo é que cria um relacionamento de intimidade do Todo-poderoso com o ser humano e realiza verdadeiramente o significado do nome como O conhecemos: Deus Conosco, Emanuel. Ele está no meio de nós fazendo sempre o melhor. Deus provê, Deus proverá, Sua misericórdia não faltará. Que Ele o abençoe.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Santa Cecilia, Roga por nós.

No último dia 22 de Novembro comemoramos o dia de Santa Cecilia, padroeira dos músicos.

Sabe-se pouco sobre a vida de Santa Cecilia, que viveu provavelmente durante o império de Alexandre Severo, na Roma pagã. Ela foi martirizada por volta do ano 230; mas o suficiente para torná-la amada e venerada com especila devoção.

A Igreja católica celebra a festa desta grande santa, virgem e mártir, padroeira da música np dia 22/11.

Santa Cecilia, rogai por nós.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Porque rezar o Terço?

Terço, ou o rosário, é uma oração de contemplação, louvor e súplica ao mesmo tempo. O papa Paulo VI ensinou que ele "tem índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo".

Quanto mais se invoca Maria repetindo as Ave-Marias, tanto mais se evoca o Cristo, o "bendito fruto do seu ventre".

Na medida em que o vamos rezando e contemplando, ele nos abre um "painel catequético e bíblico" da História da Salvação.

Tudo o que Jesus fez para nos dar o Reino do Pai. No caminho da oração vamos percorrendo o itinerário do discipulado junto com Maria, a discípula primeira e maior.

Os 'Pai-nossos', as 'Ave Marias' e os 'Glórias ao Pai' entrelaçam episódios importantes vividos por Jesus e Maria. Cenas de alegrias, dores, glória e vivência do Reino.

Elas nos oferecem uma visão global das etapas do Mistério Pascal desde a Encarnação até a Ressurreição, Ascensão e envio do Espírito Santo. Nas contas do terço vai desfilando também a missão que Jesus confiou a nós na Igreja.

Somos obrigados a rezar o Terço? Não. É uma devoção. Mas entre os que o rezam não haverá ninguém que ignore sua validade. Milhões e milhões de pessoas pelo mundo inteiro o rezam em todas as línguas e idades.

Feita com devoção e piedade esta prece tão excelente tem alcançado muitas graças divinas.

Por ela a Igreja superou grandes crises em sua História ao longo dos séculos: heresias, guerras, tragédias e perseguições.

Esta prece promove a vida cristã e a pastoral, iluminando a opção a ser feita em momentos de grave aflição. Depois do Pai-nosso é a oração mais conhecida e mais popular dentro da Igreja. Nenhum cristão deveria deixar de fazê-la. Rosário vem de rosa. Cada Ave Maria é uma rosa do buque a ser oferecido a Jesus e Maria.


Pe. Antonio Clayton Santanna, C.SS.R.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O que é um Sentinela da Manhã?

O que é uma Sentinela?
Sentinela é um soldado armado que se coloca o próximo de um posto para o guardar.
O Papa João Paulo II virou referência para nós jovens, na qual deixou Uma herança um legado, foi um dos homens mais extraordinários da história da igreja, mas a sua identificação com a juventude é algo indescritível.
Amados Jovens, é o vosso turno de ser as Sentinelas da Manhã (Is 21, 11-12) que anunciam a chegada do sol que é Cristo Ressuscitado” João Paulo II Mensagem para a XVII Jornada Mundial da Juventude , Castelgandolfo, 25 de Julho de 2001 (Nós anunciamos Cristo Ressuscitado) Esse legado e herança foi transmitida de João Paulo II a Bento XVI“Hoje compete a mim receber essa extraordinária herança espiritual que o Papa João Paulo II nos deixou. Eles os amou, vocês o compreenderam e retribuíram com a espontaneidade de sua idade. Agora, todos juntos, temos a tarefa de pôr em prática os seus ensinamentos” Bento xvi, discurso na festa de acolhimento dos jovens por ocasião da XX JMJ em Côlonia. Alemanha, em18 de agosto de 2005.
Ser Sentinela é uma missão, mandato de Deus para o mundo.


Sentinela sem arma não é sentinela. Sentinela é aquele quer estuda a doutrina: Estudar.


Só é Sentinela da manhã aquele que o é em todos os lugares. Sentinela é alguém que fica a espreita em estado permanente de vigília. O Sentinela da manhã faz a diferença, onde ele está deixa o rastro de Deus, a terra onde pisa se torna Santa. Se o mar não se abrir, ande pela água, confiança total no Senhor.
O lugar de encontro dos Sentinelas da manhã é de joelhos aos pés de Jesus Eucarístico, adoradores se levantarão e profetas.
A 1º sentinela da manhã, prostrada e firme que disse Sim eu aceito, faz a tua vontade em minha vida foi Maria.
Aquele que está preparado para o martírio é Sentinela da manhã.
Ser corajosos anunciadores para todos os jovens, cheios do poder do Espírito para levar a palavra aos jovens.
Levar Jesus ao mundo inteiro, ir às ruas para evangelizar, Escolas, Faculdades, sair das paróquias e proclamar que Jesus é o Senhor.
Colocando toda esperança e confiança em Jesus, ser boca de DEUS (Profeta) comprometido com o Reino, tenha certeza que esse exército de jovens que se levanta vai dizer que o Brasil é de Jesus Cristo.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Retiro para casais promovido pela RCC e Paróquia São José Operário/BA

O Senhor é um Deus fiel! O Espírito Santo foi derramado em abundância no Encontro para as famílias que aconteceu nos dias 16 e 17 de outubro na Paróquia São José Operário – Itabatã/BA. Entre participantes e organizadores (Ministério para as famílias – RCC) havia 50 casais que puderam experimentar a presença de Deus. As pregações e os testemunhos dos casais palestrantes e do padre Ronaldo emocionaram e exortaram para o cuidado que se deve ter com o matrimônio, colocando-se sempre na presença de Deus, o Amor que une, edifica e torna fecundo e feliz a vida do casal e consequentemente de toda a família.
A adoração a Jesus Eucarístico nos dois dias do encontro proporcionou verdadeiramente o encontro com o “Deus Salva”. Foram momentos de
cura, libertação e restauração.
O encontro foi encerrado com a Santa Missa. Com Fé e Coragem pode-se testemunhar as palavras de Jesus (Mc 19,6): “o que Deus uniu o homem não pode separar”. Louvado seja Deus!!!




Por Gorette Maciel



Abaixo Algumas Fotos:






















domingo, 16 de outubro de 2011

Deus é o senhor da historia humana Nem sempre entendemos os caminhos que nos libertam e salvam

O ser humano tem seu verdadeiro significado quando vive o processo de liberdade, condição necessária para atingir a salvação proposta por Deus. Esta liberdade, que deve ser própria e íntima de cada pessoa, pode acontecer até numa situação de escravidão.A liberdade interior existe também sem a presença da fé em Deus para quem não tem formação nesta área. O Senhor pode usar de pessoas, até no contexto político, para realizar a salvação do ser humano. Nem sempre entendemos os caminhos que libertam e salvam.
Deus é o Senhor da história em todos os tempos e a conduz de formas diversas. Isto Ele faz até usando maneiras diferentes do nosso modo de agir. A marca principal é a honestidade, nos termos do “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”, vendo aí autoridade religiosa e política.Temos que reconhecer a autenticidade da autoridade verdadeiramente constituída, mas não podemos nos conformar com atos de injustiça praticados por elas nas comunidades. Sua ação não pode estar acima do poder de Deus e tomando o seu lugar. Sendo assim, seus atos tornam-se desumanos.
Toda autoridade legítima, que age para o bem comum, passa a ser representante de Deus. Ela não pode se proclamar divina, agindo acima dos princípios de Deus com injustiça e desonestidade. Não pode ser uma autoridade de idolatria do poder temporal, que se acha dona da vida e da realização das pessoas.Nenhuma autoridade constituída na história dos povos é eterna e absoluta a ponto de impedir a realização do plano de Deus. Podemos sim escolher colaborar ou não com esse plano. É uma questão de livre arbítrio, isto é, de ação feita por uma autoridade ou por uma pessoa simples do povo.
Todo pessoa humana foi criada para ser comprometida com a construção do humano, ou de condições necessárias para que todos vivam bem. Mas precisa entender que, por traz de tudo, existe a mão de Deus construindo os eventos históricos.Assim não podemos confundir autoridade humana com autoridade divina.


Dom Paulo Mendes PeixotoBispo de São José do Rio Preto

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Santa Teresinha do Menino Jesus

Santa Teresa de Lisieux, conhecida por Teresinha do Menino Jesus, é uma das santas mais características por sua espiritualidade.

Seu culto se espalhou em pouco tempo por todos os recantos do mundo católico.

Teresinha nasceu em Alençon, norte da França, aos 2 de janeiro de 1873. Seus pais, quando jovens, aspiravam, ambos, a se consagrarem a Deus na vida religiosa, mas por circunstâncias especiais não foram aceitos. Então a jovem Zélia Guerin, futura mãe de Teresinha, disse: "Meu Jesus, já que não sou digna de ser vossa esposa como irmã, abraçarei o estado matrimonial para cumprir vossa vontade. Peço-vos, porém, encarecidamente, conceder-me muitos filhos e que vos sejam consagrados".

Daquele santo casal nasceram nove filhos. Três faleceram em tenra idade, os demais, todas meninas, tornaram-se religiosas conforme o desejo da mãe.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

São Miguel, Gabriel e Rafael Anjos do Senhor.

Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra "Arcanjo" significa "Anjo principal". E a palavra "Anjo", por sua vez, significa "mensageiro". São Miguel O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8) São Gabriel O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação. São Rafael Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4). São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
 
By canção Nova


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Elena Guerra, Apóstola do Espírito Santo

Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso. Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria. Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.

No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.

Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.

Em Outubro de 1897, Elena é recebida em audiência por Leão XIII, que a encoraja a prosseguir o apostolado pela causa do Espírito Santo e autoriza também a sua Congregação a mudar de nome, para melhor qualificar o carisma próprio na Igreja: Oblatas do Espírito Santo.

Para Elena, a exortação do Papa é uma ordem, e se dedica ainda com maior empenho à causa do Espírito Santo, aprofundando assim, para si e para os outros, o verdadeiro sentido do “retorno ao Espírito Santo”: Será este o mandato da sua Congregação ao mundo.

Elena, em suas meditações com a Palavra de Deus, é profundamente impressionada e comovida por tudo o que acontece no Cenáculo histórico da Igreja Nascente: Ali, Jesus se oferece como vítima a Deus para a salvação dos homens; ali institui o Sacramento de Amor, a Eucaristia; ali, aparece aos seus discípulos depois da ressurreição e ali, enfim, manda de junto do Pai o Espírito Santo sobre a Igreja Nascente.

A Igreja é chamada a realizar os Mistérios do Cenáculo, Mistérios permanentes, e, portanto, o Mistério Pascal: A Igreja é, por isto, prolongamento do Cenáculo, e, analogamente, é ela mesma como um Cenáculo Espiritual Permanente.

É neste Cenáculo do Mistério Pascal, no qual o Senhor Ressuscitado reúne a comunidade sacerdotal real e profética, que também nós, e cada fiél em particular, fomos inseridos pelo Espírito mediante o Batismo e a Crisma, e capacitados a participar da Eucaristia, que é uma assembléia de confirmados, e, portanto, semelhante a primeira comunidade do Cenáculo depois da descida do Espírito Santo. É nesta prospectiva que Elena Guerra concebe e inicia o “Cenáculo Universal” como movimento de oração ao Espírito Santo.

Elena morreu no dia 11 de Abril de 1914, sábado santo, com o grande desejo no coração de ver “os cristãos modernos” tomando consciência da presença e da ação do Espírito Santo em suas vidas, condição indispensável para um verdadeiro “renovamento da face da terra”.

Elevada à honra dos altares em 26 de Abril de 1959, justamente o Papa a definiu “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, assim como Santa Maria Madalena foi a apóstola da Ressurreição e Santa Maria Margarida Alacoque a apóstola do Sagrado Coração.

O carisma profético de Elena é ainda atual, visto que a única necessidade da Igreja e do Mundo é a renovação contínua de um perene e “Novo Pentecostes” que por fim “renove a face da terra”.

“A vinda do Espírito Santo no Cenáculo,

foi como o beijo da reconciliação dado

por Deus à humanidade redimida no sangue de Jesus”
(Elena Guerra)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Fé e Obediência

A obediência à vontade de Deus, requerida por Jesus Cristo, é uma condição básica conducente à salvação, mas o Senhor Jesus Cristo também declara ser ela uma dádiva ligada à salvação dentro do Reino. Embora seja a salvação uma dádiva de Deus o cristão deve buscá-la continuamente; recebê-la e evidenciá-la mediante uma fé sincera e decidido esforço. A fé inclui obediência a Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós. É a “obediência que provém da fé”, logo, fé e obediência são inseparáveis. A fé salvífica sem uma busca dedicada à santificação é ilegítima e impossível. Esse fato é visto nas muitas exortações para que o servo de Deus mortifique o pecado e se apresente a Deus como sacrifício vivo. O cristão pode fazer a vontade de Deus e viver uma vida justa em virtude dessa dádiva, isto é, a graça e o poder de Deus e a vida espirirtual que lhe são comunicados continuamente mediante Cristo. As escrituras declaram “Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus… Porque somos feitura sua.” (Ef 2.8-10)

Deus sempre torna possível a prática da obediência que Ele requer de nós. Isso é atribuído à ação redentora de Deus. “Porque Deus é o que opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” A graça de Deus opera nos seus filhos, para produzir neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a obra de Deus dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A obra da graça dentro de nós sempre depende da nossa fidelidade e cooperação. Todavia, o dom da graça de Deus não anula a responsabilidade nem a ação humanas. O cristão deve corresponder positivamente ao dom divino da obediência, todavia ele é livre para rejeitar a graça de Deus, para recusar aproximar-se de Deus por meio de Cristo, e para recusar orar por uma vida de obediência e viver essa vida.

Devemos descobrir qual é a vontade de Deus, conforme revelada nas Escrituras. Como os dias que vivemos são maus, temos de entender qual a perfeita e agradável vontade de Deus.

Uma vez que já sabemos como Ele deseja como vivamos como cristãos, precisamos dedicar-nos ao cumprimento da sua vontade.
Devemos desejar, com sinceridade, à perfeita vontade de Deus, e ter o propósito de cumpri-la em nossa vida e na vida de nossa família.

Não podemos usar a vontade de Deus como desculpa pela passividade, ou irresponsabilidade, no tocante à sua chamada para lutarmos contra o pecado e mornidão espiritual.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Exaltemos a Santa Cruz

A Festa da Exaltação da Santa Cruz, celebrada pela Igreja no dia 14 de setembro, nos faz recordar que por meio dela Cristo foi exaltado e vencedor. Para os cristãos a cruz é o maior símbolo da fé, por intermédio do sinal da cruz somos marcamos no nosso batismo como filhos de Deus, pertencentes a Jesus Cristo.

Conta-se, segundo a tradição cristã, que durante uma peregrinação a Jerusalém, Santa Helena mandou fazer pesquisas para encontrar a verdadeira cruz de Cristo. E ordenou que fosse construída a Igreja do Santo Sepulcro no local em que o objeto-símbolo de nossa salvação foi encontrado. No dia 14 de setembro daquele ano a cruz foi posta em exposição para que os fiéis pudessem orar diante dela e venerá-la.

Reverenciar a cruz é ter a certeza de que reverenciamos não apenas um objeto, mas Nosso Salvador Jesus Cristo, que, por amor a nós, deixou-se crucificar para que vencêssemos a morte causada pelo pecado. A cruz serviu de altar para o sacrifício de Jesus. “Se fizermos o sinal da cruz com fé, ele será para nós um escudo”, escreveu Santo Hipólito.

Devemos vê-la não como um amuleto, mas como um símbolo santo e sagrado, no qual encontramos a salvação. Quando fazemos o sinal da cruz com fé, respeito e amor nós estamos louvando e bendizendo a Santíssima Trindade e nos protegendo contra o inimigo de Deus.

Quando exaltamos a santa cruz, exaltamos o próprio Cristo e proclamamos a vitória sobre o pecado. Pela cruz, que significa morte das próprias vontades, humilhação e obediência à vontade de Deus, nos santificamos, pois deixamos o nosso querer de lado para obedecer aos desígnios de Deus.

Exaltemos a santa cruz de Cristo, Nosso Salvador!

Sendo Ele [Jesus] de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes (Filipenses 2, 6-9).


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A verdadeira amizade nos socorre quando menos esperamos!

Não preciso falar aqui da importânica de se cultivar as boas amizades para ser feliz. Milan Kundera diz que “toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. Os amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contraído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão.”

A verdadeira amizade nos socorre quando menos esperamos! Podemos esquecer aquele com quem rimos muito, mas nunca nos esquecemos daqueles com quem choramos. Os corações que as tristezas unem permanecem unidos para sempre.

Na prosperidade os verdadeiros amigos esperam ser chamados; na adversidade, apresentam-se espontaneamente. A fortuna faz amigos. A desgraça prova se eles existem de fato. É preciso saber fazer e cultivar amizades. Isso depende de cada um de nós; antes de tudo, do nosso desprendimento e fidelidade ao outro.

Para conquistar um amigo é preciso criar um “deserto” dentro de si, aceitando que o outro venha ocupá-lo.

Acolher o amigo é, em primeiro lugar, ouvir. Alguns morrem sem nunca ter encontrado alguém que lhes tenha prestado a homenagem de calar-se totalmente para ouvi-los. São poucos os que sabem ouvir, porque poucos estão vazios de si mesmos, e o seu ''eu'' faz muito barulho. Se você souber ouvir, muitos virão lhe fazer confidências.

Muitos se queixam da falta de amigos, mas poucos se preocupam em realizar em si as qualidades próprias para conquistar amigos e conservá-los.

Se você quiser ser agradável às pessoas, fale a elas daquilo que lhes interessa e não daquilo que interessa a você. A amizade é alimentada pelo diálogo; que é uma troca de ideias em busca da verdade. Muito diferente da discussão, que é uma luta entre dois, na qual cada um defende a sua opinião.

A verdadeira amizade não pode ser alimentada pela discussão, somente pelo diálogo.

Em vez de demonstrar exaustivamente que o amigo está errado, ajude-o a descobrir a verdade por si mesmo; isso é muito mais nobre e pedagógico.

Se você quiser agir sobre seu amigo, de verdade, para que ele mude, comece por amá-lo sincera e desinteressadamente.
A amizade também exige que se corrija o amigo que erra; mas devemos censurar os amigos na intimidade; e elogiá-los em público. Nada é tão nocivo a uma amizade como a crítica ao amigo na frente de outras pessoas; isso humilha e destrói a confiança. Nunca desista de ajudar o amigo a vencer uma batalha; não há nem haverá alguém que tenha caído tão baixo que esteja fora do alcance do amor infinito de Deus e do nosso socorro.
Uma amizade só é verdadeira e duradoura se é baseada na fidelidade. Cuidado, pois, para magoar alguém são necessários um inimigo e um amigo: o inimigo para caluniar e um “amigo” para transmitir a calúnia.

(Trecho extraído do livro "Para ser feliz")

terça-feira, 6 de setembro de 2011

São Miguel Arcanjo, do hebraico quem como Deus

São Miguel, do hebraico quem como Deus, é um dos principais anjos. Ele, príncipe da milícia celeste, travou no Céu um combate com o demônio. No eterno duelo entre o bem e o mal, Deus tem como aliados São Miguel e seus anjos, os santos e a Igreja, contra Satanás e seus demônios.
Quando um cristão deixa este mundo, a Igreja pede na missa de Réquiem que São Miguel o introduza na luz celeste, daí o hábito de representá-lo segurando uma balança onde as almas são pesadas.
O nome de São Miguel aparece nas seguintes passagens da Bíblia:

1. Em Daniel 10: 13 sqq, Porém o príncipe do reino dos Persas resistiu-me durante 21 dias; mas eis que veio em meu socorro Miguel, um dos primeiros príncipes, e eu fiquei lá junto do rei dos Persas. (...) Mas eu te anunciarei o que está expresso na escritura da verdade; e em todas estas coisas ninguém me ajuda senão Miguel, que é vosso príncipe.
2.Em Daniel 12, o anjo falando dos últimos dias do mundo diz: Naquele tempo se levantará o grande príncipe Miguel, que é o protetor dos filhos do vosso povo.
3. Em Apocalipse 12:7, E houve no céu uma grande batalha: Miguel e os seus anjos pelejavam contra o dragão, e o dragão com os seus anjos pelejavam contra ele; porém estes não prevaleceram, e o seu lugar não se achou mais no céu. São João fala o grande conflito do final dos tempos, que reflete a batalha no céu do início dos tempos.
São Miguel aparece ainda em uma Epístola apócrifa de São Judas disputando com o demônio o corpo de Moisés, segundo uma antiga tradição judaica.
De acordo com as passagens da Bíblia, são funções de São Miguel:
1. Lutar contra Satanás.
2. Resgatar as almas dos fiéis do poder do inimigo, especialmente na hora da morte.
3. Ser o campeão do povo de Deus, dos Judeus na Antiga Lei e dos Cristãos no Novo Testamento; assim, é patrono da Igreja e das ordem de cavalheiros da Idade Média.
4. Levar da terra as almas dos homens para o julgamento (Mas que o vosso porta-bandeira São Miguel as leva à santa luz, do ofertório da missa de defuntos.).
Sobre a sua posição na hierarquia celestial, as opiniões variam: São Basílio e outros Padres Gregos, como Salmeron, Belarmino, etc, colocam São Miguel acima de todos os anjos; eles dizem que ele é chamado arcanjo porque é o príncipe dos anjos. Outros afirmam que ele é príncipe dos serafins, a primeira das nove ordens angélicas. Segundo São Tomás (Summa, I:113:3) ele é príncipe do último e mais baixo coro, os anjos. A Liturgia Romana parece concordar com os Padres Gregos; ela o chama de Princeps militiae coelestis quem honorificant angelorum cives. A Liturgia Grega o chama de Archistrategos, o mais alto general.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A serviço da Igreja

A música é um grande mistério capaz de realizar a união entre o sonho e a realidade, a razão e a emoção. É capaz de tocar as áreas mais profundas do coração do homem, enfim, ela é certamente, obra das mãos de alguém cheio de amor que pensa nas mínimos detalhes acerca dos alvos do seu amor, o homem.

O ministério de música tem a responsabilidade de resgatar a música de todas as distorções e do mau uso que fazem dela. O papel do ministro de música é de levar as pessoas a abrirem o coração ao louvor e a oração por meio da melodia e dos cânticos. Ministrar música é, sobretudo, ministrar o louvor ao Senhor. E como este é um ministério de louvor, os seus membros precisam ser cheios da unção de Deus, carregados da mensagem de amor que Deus tem para o homem, da mensagem do Pai para os seus filhos. Além disso, o ministro de música precisa também levar as pessoas a descobrirem o que há no mais recôndito dos seus corações, e fazê-los transbordar com seus corpos e suas vozes, um agradável louvor ao Senhor e uma explosão de verdadeiro e fraterno amor para com os irmãos. É preciso utilizar todos os recursos que a música possui para alegrar o coração de Deus e dos homens. Quando bem trabalhada e usada em todas as suas potencialidades, a música transforma o coração do homem, por isso é papel do ministro de música, descobrir uma forma de extrair dela o máximo de sua beleza e riqueza, a fim de encontrar e converter aqueles que, até então, só tinham ouvido algo vazio, sem mensagem de vida eterna.

A música, dentro da nova evangelização, é um meio eficaz para levar o amor de Deus aos corações sofridos, desanimados, cansados, perdidos e resgatá-los para Ele. O ministro de música tem como missão primordial evangelizar e a sua postura deve ser a de alguém que está continuamente em sintonia com o criador, para que a música misnistrada por ele, quer seja por meio da sua voz ou pela execução de seu instrumento, cumpra o objetivo de alegrar, de enternecer, de fazer voltar o coração do homem para Deus, para as coisas verdadeiras. Precisa ser plenamente consciente de que é apenas um pequeno instrumento nas mãos de Deus, de que é um servo de Deus, de que tem um chamado de Deus, de que possui um dom dado por Deus e que este dom não é seu e sim Daquele que por misericórdia lho deu. E o deu para que o servisse, para que levasse o seu amor aos homens, para que levasse a verdade aos homens e a verdade os liberte. Os homens têm sede de Deus e estão cansados de ouvir músicas que não acrescentam nada a eles, pelo contrário, tiram deles, tiram a sua dignidade, a sua pureza, a sua castidade, a vivência do amor verdadeiro, o respeito devido ao outro, que tiram deles a consciência necessária para ser feliz e fazer os outros felizes. Os homens não necessitam de mais uma música bela, mas de músicas cheias da unção de Deus, cheias de testemunho vivo do amor de Deus pelo seu povo. Músicas que façam a diferença, que os ajudem a buscar uma vida nova, que sejam profecias de Deus, que os curem, que os libertem de todo o mal, que os ajudem a buscar a verdade pessoal e não a mentira, a fantasia, a ilusão, que os aprisionam e denigrem a sua verdadeira imagem que é a de Jesus Cristo, que sejam capazes de elevar os fracos, de aliviar a dor que muitos carregam em seus corações.


O ministro de música deve ser alguém que carregue em si uma forte experiência com Deus, porque possui a grande responsabilidade de ser canal para que a graça de Deus seja derramada em profusão na vida de seus filhos, ser canal da água viva que regará a vida de seus filhos, que dará vida verdadeira e em abundância à vida medíocre, mundana, sofrida de seus filhos.


O ministro de música precisa colocar totalmente à disposição de Deus este dom, precisa colocar nas mãos de Deus a sua voz, o seu instrumento, os seus acordes, porque não é chamado a utilizar a música como passatempo, para fazer um "show", para aparecer ou ser elogiado, mas para cumprir a vontade de Deus, para servir a Deus, para que Deus seja glorificado e amado, para ajudar a colocar o coração dos homens em sintonia com o de Deus. Quem deve aparecer é Deus e a sua verdade. A sua música deve ser ou deseja que seja uma profecia da própria vida, deve haver uma unidade entre aquilo que ele canta e aquilo que ele vive ou que ele deseja viver. Somente assim será terra boa onde o Espírito Santo poderá produzir os seus frutos.


Existe um aspecto muito importante que não pode ser esquecido pelo ministro de música, que é a maneira como deve apresentar-se. Suas roupas devem sóbrias. Roupas coloridas demais, saias curtas, blusas e calças justas não são devidas. Também deve ter o cuidado com a forma que canta e dança, para não expressar sensualidade e descaso.


Além de todos estes aspectos existe um que é o mais importante de todos: estar aos pés do Mestre. O ministro de música precisa ser uma pessoa de oração, de adoração, de estudo bíblico, de busca freqüente aos sacramentos da eucaristia e reconciliação, ter amor e devoção a Maria, fazer parte de um grupo de oração ou comunidade.


Peçamos ao Senhor a graça de ser como Davi, cheio da sua unção, capaz de expulsar todo o mal e acalmar os corações aflitos através do ministério de música. Bendito seja Deus para sempre!
by Comunidade Shalom

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Congresso Diocesano para Músicos em Teixeira de Freitas/BA

Este final de semana descansamos, uns poucos músicos da Diocese, nos braços do Senhor. E nós de Itabatã (Rubens, Gracilene, Loislenne e eu) recebemos um grande presente, dormimos literalmente em presença de Jesus Eucarístico. Detalhe interessante: só nós e Jesus numa sala.

No Congresso, experimentamos, aprendemos, choramos, desabafamos, crescemos... Eu particularmente, crescí na Fé. Crescí na certeza de que Deus faz conforme Ele quer.

Aprendí, entre muitos outros aprendizados, que é muito fácil confundir humildade com falta de Fé. Exemplo: não acreditei que o Te Deum tivesse técnica suficiente para participar do Festival para músicos. Humildade? Cheguei à conclusão de que neste caso não. E sim faltou em mim foi ter Fé de que, podemos não ter técnica suficiente, mas temos um Deus que é Senhor de tudo, inclusive dos critérios de avaliação utilizados em um Festival Cristão. A música que venceu foi apresentada com muita simplicidade, por pessoas que mais têm "cara" de Grupo de Oração. Glória a Deus!! Particularmente penso que a música do Leo é mais bonita e mais apropriada, mas vejo que Deus quís nos ensinar com isso. Deus me ensinou muito com isso.

Deus derramou muito talento sobre nós do Te Deum, mas nós nos acomodamos e multiplicamos pouco... Estamos parados no tempo. Eu parei no tempo. Em que sentido? Luciane falou de sermos músicos e musicistas onde nós estivermos, falou da experiência dela cuidando do irmão que morreu com câncer, falou da experiência dela trocando as fraldas de um irmão aidético no hospital, quando ela acompanhava seu irmão em fase terminal de câncer... E nós? o que temos para falar de experiências de amor aos irmãos? Quando nos reunimos fora do Grupo de Oração falamos de que? onde temos ido? o que temos feito? Para que temos usado nossa boca? quando pergunto essas coisas, ou quando falo de vivências que não edificam, não pensem que estou me excluíndo. As perguntas são para mim primeiro. Tenho lutado para renunciar às coisas que não edificam, quando as denuncio, me sinto mais responsável por renunciar a essas coisas. E denuncio na intenção de apontar aos irmãos os perigos para a alma. Irmãos, Deus sabe o que há no mais profundo de cada um de nós... Não importa as impressões que a aparência pode causar. Deus sabe das minhas intenções.

A Palavra de Deus diz "Faça ao outro o que gostaria que fosse feito com você". Talvez se alguém tivesse me corrigido fraternalmente na minha juventude, eu não tivesse cometido os erros que cometí. É por isso que faço o papel de chata e de "tira paz"... E muitas vezes a verdade que falamos com um irmão ou irmã, é usada por Deus para impedir que esta pessoa caia, ou para fazer com que a pessoa saia do estacionamento, da "zona de conforto" e assim a pessoa poderá perceber que Deus tem desejado usar dela para salvar almas de inúmeras outras formas.

By Edcarla





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Porque sorrir?

Como é belo apreciar um sorriso, pode ser de uma criança, de um jovem ou mesmo de um velhinho, não importa! Sorrir sempre traduz uma beleza, harmonia, paz. O sorriso é algo que atrai, parece até imprimir a certeza de que aquele que esta sorrindo encontrou a fórmula da felicidade.

Sinônimo de plenitude, o sorriso é objeto de estudos de muitos e utilizadíssimo como terapia, visto que uma grande parte das doenças tem causa psicossomática. E não apenas por isso, mas está provado que a tristeza faz cair a imunidade, e dessa forma a pessoa não consegue – ou fica mais difícil – reagir ao mal-estar.

Dentre as terapias existentes, uma das mais conhecidas é a “Terapia do riso” ou risoterapia, método terapêutico desenvolvido pelo médico americano Hunter Adams, conhecido como “Patch Adams”, cuja técnica caracteriza-se pelo descondicionamento de atitudes e hábitos perniciosos arraigados na personalidade para viver com amor e felicidade estimulando a auto-estima, o amor próprio e o bom humor.

Ao sorrir a pessoa está se automedicando, visto que seu organismo produz uma substância chamada beta endorfinas, que são analgésicas similares as morfinas cem vezes mais. Que por sua vez melhora a circulação, pressão arterial, relaxam os vasos e ainda beneficiara órgãos como o fígado, aparelho digestivo e coração atingidos diretamente por tensões e todo tipo de sentimento negativo, tais como: inveja, irá, etc.

O sorriso pode ainda esta ligada a personalidade e o temperamento de cada indivíduo, revelando sua alegria de viver, disponibilidade ao próximo, sinceridade, acolhimento entre outras coisas. Ao receber o sorriso o outro se sente convidado a aproximar-se, sente-se a vontade para entrar, participar, fazer instaurar a comunhão de vida e bens com quem lhe sorri e até com outros que talvez nunca lhe sorrirão.

Segunda a prática da terapia do riso, sorrir faz parte da qualidade de vida de cada ser humano é uma forma de elevar-se a si mesmo, de manter uma atitude positiva diante de cada circunstância da vida, de amar-se, de valorizar-se, de encontrar motivos superiores onde se quer e se deve viver. Sorrindo se diz ao outro – você é importante e eu te vejo.

Uma prática que pode dar bons resultados é rir de si mesmo, ou seja, ter um senso de humor diante de suas fraquezas e limites, não com sadismo ou vulgaridade mas projetando seus atos o melhor de si que esta acima de qualquer falha, tirando o melhor daquilo que poderia se tornar o pior. Sorrir é descobrir a beleza da vida, é oferecer um mundo melhor a todos.
Breve histórico do riso

Hipócrates o Pai da medicina no século IV a.C. já utilizava animações e brincadeiras na cura de pacientes. Darwin pioneiro no estudo dos movimentos expressivos da comunicação não-verbal, classificou em seu livro “A expressão das emoções nos homens e nos animais (1872)” o sorriso e o riso entre os movimentos expressivos inatos e universais.

Na França, Jeanne Louisie Calmet, falecida em 1997 aos 122 anos afirmou que o segredo da longevidade é sorrir sempre. Na Índia algumas empresas tem o costume de fazer uma sessão de riso antes de iniciar a jornada de trabalho. O resultado é um aumento considerável na produção, em decorrência do bem estar físico e emocional dos trabalhadores.

No final de novembro do ano passado, estudos feitos pelo Centro Médico da Universidade de Maryland (EUA), com a presença de especialistas de vários países, mostrou que rir protege contra infartos e doenças coronárias.

Bibliografia
Revista Cidade Nova, ano XXXIX, n. 4;
A terapia do riso, Editora Pensamento

terça-feira, 23 de agosto de 2011

JMJ 2013: sinal profético para o Brasil

Diferentemente das três horas de voo até Madri, Espanha, o Papa Bento XVI sabe que vai ter que viajar um dia – ou uma noite toda – para pisar em solo brasileiro em 2013. Mesmo assim escolheu o Brasil como sede da próxima Jornada Mundial da Juventude. Aos 84 anos e com uma disposição e vitalidade de poucos com sua idade, o Sumo Pontífice atualiza, com sua opção pela terra longínqua do verde e amarelo, a passagem evangélica de que o pastor não mede esforços para ir ao encontro de seu rebanho, nesse caso, suas ovelhas mais novas.

O Rio de Janeiro está em festa desde o anúncio oficial do Santo Padre, na capital espanhola, de que seria a próxima cidade a sediar a JMJ. Nesse domingo, 21 de agosto, a Cidade Maravilhosa iniciou de vez a contagem regressiva para abrir suas portas aos jovens dos Cinco Continentes. Cenário de grandes espetáculos artísticos, musicais, encontros educativos e das mais diversas áreas, a capital fluminense está preparada para sediar um evento dessa magnitude, é articulada, dinâmica e vai contar também com o apoio das dioceses de todo o país.



Mas um olhar mais atento vai perceber que a opção pela cidade brasileira não se deu apenas pela boa infraestrutura e preparo logístico para receber o maior evento juvenil da Igreja Católica. A escolha do Pontífice pela terra do Cristo Redentor é, antes de tudo, um sinal profético para a capital que tanto tem enfrentado adversidades devido à violência nas ruas, massacre em escola, tráfico de drogas, entre outros.

Receber a JMJ no Rio não será apenas um reconhecimento ou um respaldo turístico, mas uma forma de mostrar que é possível e é preciso cultivar um olhar de esperança, a esperança cristã, que sempre deve animar os corações.

As bandeiras de centenas de nações vão colorir as ruas do Brasil antes mesmo do esperado, a Copa do Mundo em 2014. Um ano antes, o megaevento da juventude cristã vai tomar conta da Cidade Maravilhosa e descobrir que a nação brasileira não é apenas futebol, samba e carnaval, é fé, jovialidade e carisma. A alegria dos brasileiros já foi sentida em Madri, onde mais de 2 milhões de jovens de todas as nações se aglomeraram para ouvir Bento XVI.

Ao final da Jornada Mundial da Juventude deste ano, que oficializou a maior peregrinação brasileira já organizada até então para participar do evento, com 15 mil jovens inscritos, a Canção Nova aproveita para agradecer àqueles que acompanharam atentos a cobertura feita por seu Sistema de Comunicação: Rádio, TV e Internet. Enquanto a instituição, cujo único objetivo é evangelizar, celebra a próxima jornada no Brasil, expressa também sua gratidão pela confiança em seu trabalho jornalístico.

Mais uma vez, a Canção Nova fez questão de mostrar aquilo que realmente era a “boa notícia”: uma multidão de jovens reunidos para ouvir a voz do pastor, o Sucessor de Pedro. Isso é notícia. Sempre haverá vozes contrárias a esse tipo de aglomeração. Elas terão repercussão sim, mas não total cobertura.

A grande notícia, por mérito, está nos 2 milhões de jovens peregrinos reunidos, que lutaram meses ou anos para arrecadar fundos para participar do evento, nos voluntários que doaram seu tempo para ajudar na organização do encontro. Esses esforços, sim, merecem destaque. É para isso que a Canção Nova existe e vai seguir incansável em sua missão de estar sempre a serviço da vida e da esperança, formando homens novos para um mundo novo.

Parabéns, Brasil! Parabéns, Rio de Janeiro! Que venham os jovens do mundo, que venha Bento XVI, o Brasil os acolhe de braços abertos!

By Thaysi Santos
Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A origem pagã da tatuagens

A origem pagã e mística das tatuagens compromete seu uso pelos cristãos?

* A origem pagã e mística das tatuagens compromete seu uso pelos cristãos?


O artigo faz uma análise histórica e mística da origem da tatuagem.
A pergunta que fica é se essa realidade se aplica ao uso da tatuagem nos dias de hoje. Algumas tatuagens são horríveis, outras aparentemente “neutras”, outras claramente demoníacas.
Quanto a origem, não existe nem o que discutir.Quanto a seu uso hoje, bem..Qual a sua opinião?
***
Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e practicamente todas as práticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.
Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes “Cristãos” laodecianos.
O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem exceção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exatamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.
A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.
Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.
Por mais que o “Cristão” carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os fatos falam mais alto – suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:
• O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.
Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um “magick-man”, um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).
Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)
Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal…. Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)
O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contato, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma “decoração corporal” mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.
De fato, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:
As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)
De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, ‘tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.’
Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignos. Músicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)
A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)
Entre os temas atuais que as tatuagens trata, existem as “tatuagens tribais” – que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista.
Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)
O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue – o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um fator de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)
A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)
A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O ato de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)
Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: “Grim Reaper”) são vistas com regularidade. . . . Estas imagens, indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.
Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)

No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:
De fato, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto…
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
[Tatuar] “Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . ”
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)
Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus – em direcção às “muitas moradias” – eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens]numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: “garantir um lugar no céu”.
“Razões para fazer uma tatuagem:
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)


O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.
No seu popular livro “Tattoo History: A Source Book”, o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns fatos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.
[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:
Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a proteção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.
O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO

Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras práticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].
E porquê? Porque, ao contrário dos “Cristãos”, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: “Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo”.
E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.
Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens,piercing e escarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)
Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.

Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no “underground” como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)
O autor deste texto
diz o seguinte:

Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação.Sem exceção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.
Mas antes de terem sido salvos – tal como as tribos pagãs – eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.
Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.
Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.
Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.
Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:
Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)
Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, eles ”reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás”. No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes “Cristãos” actuais dizem coisas ridículas como “marcarem-se para Jesus” (!).
AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.
Alguém pode dizer “Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos.”
Fazem sim senhor!
Estas tatuagens agem como talismãs protetores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercing, marcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)
Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação de um espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

Fonte: http://darwinismo.wordpress.com